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segunda-feira, 6 de junho de 2011

Reflexão após o dia de eleições

E pronto, já temos novo Primeiro Ministro.
Tem uma tarefa bem difícil pela frente, tal foi o estado em que o anterior,  deixou o nosso país. (A propósito, assistir ao seu discurso demissionário foi , no minimo, surreal, digno de case study psicológico). Não que este, me seja particularmente simpático, mas acho que lhe devo dar o benefício da dúvida (a ver vamos).

Não posso deixar passar o quanto o grau de abstenção destas eleições (entre 39,3 % a 43,7 %), me deixou perplexa, indignada e (confesso) irritada.
O voto é um direito e um dever que assiste a todos os cidadãos, que em democracia permite a todos nós, escolhermos os nossos representantes, aqueles que consideramos que melhor defenderão os nossos interesses e o nosso país. Assim, e tendo nós passado por 6 longos anos de derrocada económica, estando a viver uma situação catastrófica na sociedade em geral, como é que tantos e tantos portugueses preferem "borrifar-se" para as eleições? E depois, são os 1ºs a protestar e a odiar de morte os dirigentes do país.

Responsabilizo os políticos e os partidos em geral, que se encontram desacreditados e foram incapazes de apresentar propostas capazes de mobilizar os portugueses.
Não entendo os abstencionistas porque continuam a enterrar a cabeça na areia, de forma autista e irresponsável.
Provavelmente terá sido, o bom tempo que se fez sentir ontem e que os impeliu a ir para a praia...Pffffff!

Deixo-vos com o Jorge Palma... "Ai Portugal, Portugal"
                                                                                                                            


sábado, 4 de junho de 2011

Vontade, vontadinha

Aqui, por casa, andamos com uma enooooorme vontade de adoptar um animal de estimação. 
Sempre tive animais de companhia e desde a morte do meu companheiro canino (já vai para 4 anos) que tenho resistido ao desejo de voltar a ter um; ou porque o meu filhote era muito pequeno, ou porque o meu ritmo de vida não o permitia, ou porque o meu ex-companheiro humano se opunha a ter animais em casas...
Anyway, agora que o ex me "desamparou a loja", o ritmo  de vida abrandou, e o filhote está mais crescido, parece-me a altura ideal.
Como moramos num apartamento, um gato seria a companhia ideal, evitando assim ter que sair à rua com ele, e consequentemente deixar o filhote sozinho em casa (não, não o faço, nem para ir colocar o lixo ao contentor). Também podia optar por um animal mais pequeno, mas como também não gosto de ver animais fechados em gaiolas ou jaulas, hamsters, coelhos, chinchilas, pássaros, estão fora de questão.
Sou apologista do "Já que se vai fazer, que se faça bem feito". E por isso, o 1º passo: exames alergológicos para o meu filhote, não vá o diabo tecê-las e ser de repente confrontada com a eventualidade de ter que devolver o novo membro da familia (gesto que abomina e que nos partiria o coração). Os animais não são coisas, são seres a respeitar.
Enquanto aguardo os resultados dos exames, tenho andado a "cuscar" as redondezas e a clinica veterinária que fica aqui perto de casa. Ah...esqueci-me de dizer: não vou comprar (este assunto daria para outro post), mas vou procurar gatinhos que tenham sido abandonados ou que as pessoas tenham para dar.

(A propósito, não entendo porque razão, as pessoas que têm animais que andam na rua, sejam eles, cães ou gatos, não os esterilizam ou castram! Depois é a desgraça que se vê: ninhadas inteiras na rua, abandonadas à sua sorte, na sua grande maioria com destinos terríveis. Muito sofrimento evitado, se as pessoas fossem conscientes e responsáveis. Enfim...(suspiro).)

E enquanto espero, vou-me deliciando com fotos como estas:



Aren't they cute? :)

***

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Children See ... Children Do

Em jeito de resposta, à notícia que hoje circulou pela net e jornais, do espancamento de uma adolescente, pelas suas colegas, e "devidamente" filmado por outro colega.
Muitos dedos a apontar, muitos espelhos "esquecidos" lá em casa, muitos pais distraídos..
.
        

Recuso-me a aceitar que a responsabilidade é da sociedade, da escola, dos amigos, do fascinio das novas tecnologias.
A responsabilidade é dos pais, dos encarregados de educação, do que lhe quiserem chamar.
Sou defensora acérrima dos valores da familia, seja ela tradicional, monoparental, alargada ou alternativa. As nossas bases, como seres humanos e cidadãos, começam lá e se lá, falham, grandes probabilidades existem de que falhemos em todo o lado.
Somos responsáveis por aquilo que criamos, literalmente e não me venham com desculpas de que são influências externas que corrompem a nossa juventude. Todos nós já fomos adolescentes, todos nós fomos tentados, expostos a agressões deste tipo ou até pior. Cada um , saberá do seu trajecto de vida...as nossas cicatrizes lembram-nos o nosso passado, não definem, obrigatoriamente, o nosso futuro.
No entanto, sem valores morais e sociais, jamais deixaremos para trás, a bestialidade que existe em cada um de nós. Perceber os limites, compreender que o que fazemos, traz consequências a médio ou longo prazo, responsabilizarmo-nos pelos nossos actos, faz parte integrante do processo individual de crescimento de cada um de nós.
Entender que o nosso papel é fundamental, na educação das nossas crianças; envolvermo-nos de forma activa, na sociedade, na escola, será concerteza, meio caminho andado para construirmos um mundo melhor ou pelo menos, seres humanos melhores.
Acrescento um comentário que alguém, inteligentemente, fez : "(...) A par de chamar à responsabilidade quem feriu e quem gravou sem acudir, deveriam ser chamados também à responsabilidade os paizinhos dessas bestas, que se não sabem educar, deveriam ser proibidos de exercer o seu direito de paternidade."



sexta-feira, 20 de maio de 2011

Que saudades de...

...dançar uma valsa... rodopiar no meio de um salão, envolta num turbilhão de euforia, lançar a cabeça para trás e soltar uma gargalhada de puro prazer.
Sim, eu gosto muito de dançar :)

E vocês, também valsam?
 
                

sábado, 26 de março de 2011

Hora do Planeta 2011

Celebrando o nosso compromisso com o planeta e juntando-nos a milhões de pessoas em todo o mundo; hoje pelas 20:30, nas nossas casas, bora desligar as luzes?
Além do mais, a luz das velas poderá ser inspiradora de outros ambientes interessantes... ;)

"A Hora do Planeta começou em 2007 em Sydney, na Austrália, quando 2,2 milhões de residências e empresas apagaram as luzes por uma hora para fazer a sua posição contra a mudança climática. 
Em 2008 tornou-se um movimento de sustentabilidade global com mais de 50 milhões de pessoas em 35 países participantes.
Locais tais como a ponte Golden Gate em San Francisco, o Coliseu de Roma e da Coca Cola outdoor na Times Square tornaram-se símbolos de esperança por uma causa que se torna mais urgente a cada hora.
Em Março de 2009, centenas de milhões de pessoas participaram na terceira Hora do Planeta.
Mais de 4000 cidades em 88 países oficialmente desligaram as luzes para afirmar seu apoio para o planeta, tornando a Hora do Planeta 2009, o maior evento do mundo contra as alterações climáticas.
Em 2010, a Hora do Planeta foi realizada a 27 de Março e conseguiu um recorde de 128 países e territórios, que participaram (edifícios e monumentos da Ásia-Pacífico, Europa, África,  Américas) e ficaram ás escuras.

(...)

Apagar as luzes por uma hora - a Hora do Planeta - é, não só contribuir para a preservação do nosso Planeta, como fazer parte da maior plataforma voluntária de cidadãos contra as alterações climáticas."
Mais info em: http://www.earthhour.org/Homepage.aspx

segunda-feira, 7 de março de 2011

Esta (também) é a minha utopia :)


"We'd gather around, all in a room, fasten our belts, engage in dialogue
we'd all slow down, rest without guilt, not lie without fear, disagree sans judgement

We would stay, and respond, and expand, and include, and allow, and forgive, and enjoy, and evolve, and discern, and inquire, and accept, and admit, and divulge, and open, and reach out, and speak up

This is utopia, this is my utopia
This is my ideal, my end in sight
Utopia, this is my utopia
This is my nirvana
My ultimate

We'd open our arms, we'd all jump in, we'd all coast down, into safety nets

We would share, and listen, and support, and welcome, be propelled by passion, not invest in outcomes, we would breathe, and be charmed, and amused by difference, be gentle and make room for every emotion

This is utopia, this is my utopia
This is my ideal, my end in sight
Utopia, this is my utopia
This is my nirvana
My ultimate

We'd provide forums, we'd all speak out, we'd all be heard, we'd all feel seen,
We'd rise post-obstacle, more defined more grateful, we would heal, be humbled, and be unstoppable, we'd hold close, and let go, and know when to do which, we'd release, and disarm, and stand up, and feel safe

This is utopia, this is my utopia
this is my ideal, my end in sight
Utopia, this is my utopia
this is my nirvana
my ultimate. " 

(Video aqui ), Alanis Morissette


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quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Coisas que me aquecem a alma...

Se há coisa que me surpreende e me encanta verdadeiramente é, quando alguém me consegue "ler". Especialmente se é uma pessoa recém-chegada á minha vida e que sem qualquer tipo de interesse oculto, o faz , naturalmente.
Tudo isto a propósito de uma mensagem que recebi, contendo o video que está mais abaixo, no preciso momento em que me sentia...descarregada.
Este video, tem tudo o que eu gosto. Adoro o cantor, a música, a letra e as imagens. Está tudo lá. Tudo. 
Todas as forças e energias primordiais, todo o meu sentimento pelo Universo e pela Criação, toda a minha postura e conduta pessoal.
E, como num "passe de magia", voltei a sorrir. Senti todo o meu ser, irradiar Amor, Força, Vontade. E Gratidão; porque nessa hora dificil, uma alma reconheceu o sofrimento de outra e sem palavras, reverteu tudo isso. Foi simplesmente, perfeito, exacto, á medida.
E mais uma vez, digo: não há coincidências.
Aí vai o video: "Corner of the Earth", Jamiroquai.   


                                                                          
                                                                             

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sábado, 2 de outubro de 2010

AQUARELA - TOQUINHO

                      

"E o futuro é uma astronave
Que tentamos pilotar
Não tem tempo, nem piedade
Nem tem hora de chegar
Sem pedir licença
Muda a nossa vida
E depois convida
A rir ou chorar..."
(Toquinho) 


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sexta-feira, 25 de junho de 2010

Not for me...

A meio de uma conversa meio amalucada com um grande amigo, em que falávamos de amores antigos e recentes, a pergunta incomóda surge: 
"Não tens saudades de estar apaixonada? ".
(Grrrr....cerrar de dentes.)
"Pois claro que tenho. Estar apaixonado é uma das melhores sensações do mundo. Ser correspondido com a mesma intensidade, é perfeito. O que acontece depois, nem por isso"
"Ainda estás muito magoada. É normal. ", diz-me ele.
"Talvez seja normal. Mas a verdade é que não me apetece mais, passar pelo processo todo de ter que me reconstruir. Acho que já não tenho capital emocional para investir. E digo-te isto sem amargura. Simplesmente, não consigo mais. Não creio que volte a confiar e a entregar-me a alguém como já fiz anteriormente.", respondo-lhe eu.
"Dizes isso porque ainda não apareceu ninguém que te fizesse sonhar de novo. Aquele que tu mereces e aspiras para ter ao teu lado."
"Pois sim, pois sim, conta-me histórias. Não me entendas mal. Eu acredito no amor entre duas pessoas. Acredito mesmo. Mas para mim, não. Creio mesmo que para mim, chegou. E também não quero ficar com alguém, só porque essa pessoa me ama muito. Não é correcto. Nem para a outra pessoa, nem para mim. Por isso, meu querido, they're writing songs of love... but not for me."

E, para variar, veio-me uma música à cabeça...


***