domingo, 31 de julho de 2011

In the mood for...

É velhinha, meio estranha, mas perfeita para mim e para este final de dia.
A ouvir no repeat...


***

Em "desintoxicação"...


Bom fim-de-semana, para todos!

&

***

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Reclamação #1

Ó São Pedro, andas a pregar partidas ao pessoal, cá em baixo ?! E eu a pensar que o santo reinadio era o St. António...decidiram trocar de papéis e pimba...toma lá, um amanhecer cinzento, com direito a orvalho e tudo.
Olha, digo-te já que não acho muita graça, ainda mais hoje que já me sinto melhor (e estou fartinha de estar em casa) e apetecia-me voltar às caminhadas.
Ficas avisado que, a partir da próxima semana, tens que te portar condignamente e trazeres o bom tempo de volta. 
E, não te faças de desentendido porque sabes bem que vou (vamos) de férias. Humpf!
(getty images)
***

quinta-feira, 28 de julho de 2011

A ver...

Já que estou mais ou menos confinada ao sofá,  tenho aproveitado para rever seasons de séries como Damages, com a Glenn Close, uma das minhas actrizes preferidas e que está absolutamente fantástica!
 


***

Sou louquinha, louquinha por...

FRUTA!



(bem, quase toda...à excepção de dióspiros, blagh!)
Cheira-me que nos próximos dias, vou abusar dela...eheheh.

***

Acerca da (minha) rebeldia


Há algum tempo atrás, alguém que ainda não me conhece bem,  disse: "Bem, hoje estás rebelde!"
"Eu sou rebelde.", respondi a sorrir. "Mas hoje em dia, sou uma rebelde controlada e mais consciente. Deixei de ser uma rebel without a cause, para ser uma rebel with several causes."

E fiquei a pensar... tempos houve, principalmente na adolescência (é um pressuposto, não?) em que a minha rebeldia era apanágio da minha forma de estar e de viver. Desafiava constantemente a autoridade fosse ela familiar ou social. Era completamente contra, tudo o que me era imposto de forma autoritária (continuo a ser) e reagia muito mal a certezas, verdades absolutas e a tudo o que era considerado normal (hoje em dia, já as aceito como sendo opções váĺidas para as outras pessoas).  Fazia o que me dava na telha, era inconsequente e meio irresponsável.
Claro que a minha relação com os meus pais (principalmente com o meu pai), foi muito afectada e vivemos dias terríveis de conflito. Anos mais tarde, fizemos as pazes e tudo passou, porque o amor que nos unia sempre foi mais forte e de certa forma, muitas coisas positivas sairam desses conflitos, para mim e para eles. O meu pai, que sempre tinha sido autoritário (deformação profissional?), percebeu que mais facilmente chegava a mim, com negociações e com gestos de carinho (aprendeu a dizer "amo-te, filha" e a abraçar à séria, nesta altura). Tornámo-nos nos melhores amigos. Perdíamo-nos em longas conversas, como se tivessemos acabado de nos descobrir um ao outro. Eu entendi que, muitas vezes, o nosso certo torna-se errado quando magoamos os que nos amam e nós amamos.
No meio de tudo isso, tive uma sorte tremenda, porque nunca prejudiquei intencionalmente ninguém e nunca me sabotei como pessoa, nunca caí em vícios nem em grandes tentações. Desses dias, ficou-me um furo extra na orelha e muitos agradecimentos ao enorme anjo-da-guarda que deve tomar conta de mim e que muito deve ter trabalhado, nessa época ;)
Mas...houve um preço. Que eu paguei. E do qual não me arrependo. Fez de mim a pessoa que sou hoje, e ajudou-me a focar no que é realmente importante. E a perceber que na vida há batalhas que devem ser travadas e outras que devem ser abandonadas, porque são estéreis e nada trazem de bom ou construtivo, nem para nós, nem para a sociedade em geral.
Hoje, escolho as minhas causas e mais do que rebelde, considero-me uma eterna inconformada e porque: "Não é sinal de saúde, estar bem adaptado a uma sociedade doente." (Jiddu Krishnamurti)

E vocês? ☺
***

quarta-feira, 27 de julho de 2011

"Noente"

(photo by Reggie Casagrande)
Pois, já ando a chocar esta, há algum tempo...para variar, vou contrariando até onde posso e depois, lá fico eu de cama, sentindo-me a mais desgraçadinha e miserável das pessoas, mali, mali e mali (há lá melhor altura para sermos piegas?)...eheheh!
Desta vez, é uma virose (como eu gosto quando os médicos nos dizem que estamos com uma virose...acho sempre que no fundo, no fundo, não sabem ao certo o que temos) e foi passada pelo filhote que se safou bem, só com ligeiros sintomas.
Por isso, nos próximos dias planeiam-se grandes passeios pelo sofá e pela cama, alternadamente, muitas horas das minhas séries favoritas e sestas a qualquer altura. 
Ah...e nestas ocasiões, agradeço aos deuses, pelos serviços online dos supermercados e dos bancos que nos facilitam a vida e nos permitem ficar  de molho, sem preocupações de maior ;)

***

terça-feira, 26 de julho de 2011

Selo


Seguindo as regras do selo, cá vão as respostas:

1) Dizer quem te presenteou
A querida Drinha, no seu "Só de pensar..."

2) Partilhar 7 coisas sobre ti
(além das que já estão, ali ao lado):
  1. Adoro filmes antigos (portugueses e não só).
  2. Tenho uma grande "panca" por jazz e música clássica.
  3. Já tive gatos (muitos, durante a infância e adolescência) e um cão(Sky) ,que faleceu há 3 anos e de quem tenho muitas saudades.
  4. Adoro viajar. A melhor viagem que fiz até hoje, foi passear (de carro)pela Europa durante um mês, sem horários nem grandes planos, parando onde nos dava na telha. Recordo principalmente, uma semana de canoagem no sul de França, onde descobri um modo de vida completamente diferente, o prazer de dormir sob a luz das estrelas e o sabor inesquecível de chás improvisados nos bancos de areão do rio que subiamos.
  5. Já trabalhei em áreas completamente distintas...o denominador comum foi sempre o contacto com o público (sim, gosto de pessoas).
  6. Gosto de humor-negro e tenho grande dificuldade em controlar o meu lado irónico e sarcástico.
  7. Estou quase, quase a completar 44 anos.
3) Enviar este selinho

Vou fazer batota e envio o selo a todos os que por aqui passam... :)

 ***