Dou por mim, a pensar porque raios, há alturas em que me sinto tão triste e vazia? E porque razão me deixo ir abaixo?
Deve ser a neura típica deste mês...sinto tremendamente a falta do meu pai e dou por mim a pensar no meu filho e a divagar, como seria se o avô estivesse vivo. Sei o quanto o meu pai adorava crianças, o jeito tremendo que ele tinha com elas e o quanto ele ficaria babado com este neto.
Fico tão nostálgica e parvinha que basta uma palavra de carinho do meu filho, ouvir a sua vozinha ao telefone, para ficar com lágrimas nos olhos. Claro que as disfarço com muitas meiguices para não o confundir, mas a vontade de chorar, está lá e permanece ao longo do dia.
Sinto que sou injusta para com os meus amigos que nunca me falharam e estão sempre presentes mas sinto-me frágil, frágil. A precisar de colo. Daquele que já não tenho, fisicamente...
Que treta!
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