domingo, 16 de outubro de 2011

Comer bem

(getty images)

Comemora-se hoje o Dia Mundial da Alimentação.
Não vou "puxar a brasa à minha sardinha"...er, espera, afinal vou.  É importante a consciencialização do impacto que a alimentação tradicional está a provocar no nosso planeta, já para não falar na nossa saúde. E o desgaste/destruição a que está a ser sujeito, só para que continuemos a trazer um bife para a mesa, é obsceno.
As enormes disparidades entre países desenvolvidos e sub-desenvolvidos, são perturbadoras e a percepção de que por tão pouco (p.e. 1 quilo de arroz) podemos evitar que uma pessoa morra à fome, é esmagadora.

Por isso, está mais do que na hora de alterarmos os nossos hábitos alimentares. E hoje em dia, já não há grandes "desculpas", para não o fazer. Querem uma ajuda? Aqui e aqui.

Bom domingo :)


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sábado, 15 de outubro de 2011

Dreamers


"All people dream, but not equally...
Those who dream by night in the dusty recesses of their mind, wake in the morning to find that it was vanity.
But the dreamers of the day are dangerous people, for they dream their dreams with open eyes, and make them came true." - D.H. Lawrence


Creio que me estou a tornar... "perigosa" ;)

Tenham um excelente sábado!

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sexta-feira, 14 de outubro de 2011

A intemporalidade da escrita do Eça ou, mais uma das razões porque o adoro...


"Nós estamos num estado comparável, correlativo à Grécia: mesma pobreza, mesma indignidade política, mesmo abaixamento dos caracteres, mesma ladroagem pública, mesma agiotagem, mesma decadência de espírito, mesma administração grotesca de desleixo e de confusão. 
Nos livros estrangeiros, nas revistas, quando se quer falar de um país católico e que pela sua decadência progressiva poderá vir a ser riscado do mapa – citam-se ao par a Grécia e Portugal. Somente nós não temos como a Grécia uma história gloriosa, a honra de ter criado uma religião, uma literatura de modelo universal e o museu humano da beleza da arte." - Eça de Queirós, "Farpas" (1872)

Impressionante, a actualidade destas palavras, não acham?

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quinta-feira, 13 de outubro de 2011

How sick is this?

Na mais recente "conversa", com o pai do filhote, após o 3º telefonema em que eu lhe dizia que estava com a pensão de alimentos em atraso (mas no fundo, queria dizer: "Então, tás-te a passar? Hoje, já é dia 12. Numinerves!"), o moço lá se decidiu a aparecer e a comparecer com o que lhe é devido.
A postura (ai, linguagem corporal, não és nenhum mistério para mim), foi mais ou menos esta:

Pfffff!...as coisas que tenho que aturar, pelo bem-estar do  meu filho.
Siga.


P.S: a julgar pela resposta do moço, se calhar devia andar por aí furiosa e tal, para ficar mais sexy... valha-me a nossa senhora das alcagoitas.

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quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Inspiração


Já ando (há algum tempo) de mangas arregaçadas... :)

Tenham um dia excelente!

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terça-feira, 11 de outubro de 2011

Cabrices e tal...

A cabra perfeita: Miranda Priestly,
do filme "The Devil Wears Prada", mas podia ser outra qualquer...

Pois. Por estas bandas, também há.
Uma faceta controlada, mas latente, sempre mortinha para vir cá para fora. Não que me orgulhe dela, mas não consigo deixar de lhe achar piada (vou para o inferno, é o que é! Bem, eu até sou friorenta, portanto vem a calhar).

Momentos de cabrice:  em regime de part-time ou seja, sempre que alguém se põe a jeito, sim porque isto de ser cabra o dia inteiro, dá muito trabalho (e eu tenho mais coisas para fazer) e diga-se de passagem, não seria justo porque, até os que se põem a jeito, têm sentimentos. Além do mais, arranjam-se muitos inimigos (vá-se lá perceber porquê?) e falsos amigos (o que ainda é pior), e isso é coisa que não faço questão de cultivar. 

Grau de cabrice: moderada e imperfeita, pelas razões enumeradas acima.

Requisitos: lingua rápida e afiada, inteligência, sentido de humor, uma dose considerável de sarcasmo, arrogância, poder de encaixe (muito importante; senão corre-se o risco de se ser uma ressabiada em vez de se ser uma cabra), domínio do assunto em questão (não confundir com coscuvilhice) e um lado neurótico latente (ah, pois).

Constatação: só uma cabra consegue reconhecer outra cabra. As cabras não suportam as aspirantes a cabras, não porque sejam de alguma forma inferiores, mas porque, como ainda estão em evolução, a 1ª coisa que têm que aprender é isso mesmo: reconhecer uma cabra e respeitar a sua hierarquia ou estatuto no mundo da cabrice, até que consigam conquistar o seu, normalmente, sempre por mérito próprio e provas dadas de absoluta cabrice (sim, porque isto de se ser cabra, não se aprende na Wikipédia,  nem a ouvir a Kathy Griffin, a Joan Rivers ou mesmo o Eddie Izzard, e concerteza que não sai nas raspadinhas).

Permissa: certeza de que há sempre, uma cabra maior.

Conselho: nunca chamem uma cabra de cabra, a não ser que ela o permita ou vos mostre que assim é.

Desmistificações: as cabras também têm coração e capacidade de auto-censura. Não suportam é pseudo-quaisquer-coisas, possidoneiras e afins, mas são facilmente desarmadas (e neutralizadas) pela sinceridade, autenticidade, honestidade e coerência quando as encontram nos outros. Aliás, ficam secretamente felizes porque elas sabem, que se assim fosse, o mundo seria bem melhor e não haveria razão para elas existirem. Palavra de cabra.

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segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Perspectivas


Às vezes, envolvidos nas nossas lutas e batalhas diárias, perdemos a perspectiva real das coisas. Perdemos muitas vezes, a nossa tranquilidade e o nosso equilibrio, de tão focados (ou ofuscados) que estamos pelo dia-a-dia. 
E às vezes, somos confrontados com situações que nos fazem colocar tudo em perspectiva e perceber então, que as nossas preocupações, embora legítimas, são pequenas, comparadas com as de outras pessoas.
(Este recado serve para mim, porque sendo eu um bocadinho (bocadão) drama queen, tenho tendência a empolgar determinadas situações.)

Talvez o segredo esteja aqui: em olhar mais vezes para as estrelas, em aquietar o nosso espirito, em deixarmo-nos levar pelo que os olhos veem e o nosso coração sente... e perceber que na escala do universo (do cosmos e do nosso microcosmos), somos minúsculos e minúsculas, são as nossas auto-infligidas ansiedades.

Querem ver uma coisa espantosa? Cliquem lá e depois, digam-me da vossa justiça:

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domingo, 9 de outubro de 2011

Bom domingo!

Planos para hoje:

 Pequeno almoço reforçado.


Caminhada no "meu" bosque encantado

Esquecer-me do mundo...


Bolo de chocolate, surpresa para o filhote.

E mimos, conversetas e mais mimos que isto de
estar sem ele, durante 2 dias,
deixa-me cá com umas saudades!

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