Numa época conturbada, em que a insegurança é uma constante, em que se fala de revolução à boca cheia, no colapso da sociedade e da economia, dou por mim a pensar que a verdadeira revolução, a que tem efeitos mais duradouros, é aquela que vem de dentro de cada um de nós.
É aí que temos que mudar primeiro, se queremos mudar o que nos rodeia. Pouco adiantará depôr governos e regimes, se não se reformularem as mentalidades, se não mudarmos a forma como nos relacionamos com os outros e com as coisas.
É aí que temos que mudar primeiro, se queremos mudar o que nos rodeia. Pouco adiantará depôr governos e regimes, se não se reformularem as mentalidades, se não mudarmos a forma como nos relacionamos com os outros e com as coisas.
Acredito em revoluções tranquilas, sem arruaças e violência. Acredito que podemos fazer valer as nossas opiniões de uma forma serenamente firme e assertativa. Diariamente. Persistentemente. Com delicadeza e empatia pelos outros. Feita com pequenos gestos quotidianos, que podem fazer toda a diferença. Na nossa vida e na dos outros.
E sem nunca esquecer que tudo o que damos, recebemos. Como se de uma "epidemia de gentileza", se tratasse... contagiando o que está à nossa volta. A começar... já! :)
E sem nunca esquecer que tudo o que damos, recebemos. Como se de uma "epidemia de gentileza", se tratasse... contagiando o que está à nossa volta. A começar... já! :)
P.S: gostaria muito que, os que vociferam aos ventos, exigindo cabeças e sangue, me explicassem o que fariam se as suas próprias famílias e amigos, fossem vítimas destas revoluções que tanto proclamam e defendem?
Mas isto, sou só eu, que tenho a mania ...;)
Mas isto, sou só eu, que tenho a mania ...;)
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