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| Downton Abbey |
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Os meus presentes de Natal
Ontem, enquanto desmontava a árvore de Natal com a ajuda do filhote, a cantarolar canções inventadas por nós ("Adeus árvore, até ao próximo Natal. Adeus luzinhas, que bem que iluminaram. Adeus bolinhas, adeus estrelinhas...), dei por mim a concluir que foi um bom Natal.
E enquanto embrulhava e guardava nas caixas, as bolas, os bonecos de neve, as estrelas e as fitas, também guardava no meu coração, os meus presentes deste ano:
- As expressões de alegria e o brilho nos olhos do meu filho, enquanto desembrulhava as prendas, na noite de consoada (não deu para aguentar até à manhã seguinte.).
- O amor dos meus amigos, as conversas, os silêncios, as mãos dadas e o calor dos abraços.
- O meu chama-anjos, liiiiiindo de morrer (love you, Lu)
- O vaso de begónias, o chá de frutos vermelhos e o carinho da minha I.
- O doce mágico, feito pelas mãos da S. e dos filhotes, e a etiqueta que o acompanhava, tão deliciosa quanto o doce (Doce Mágico: consumir moderamente. Contem elevadas doses de Amor, Alegria, Magia, um pouco de Mistério e um desejo muito especial de Natal.).
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domingo, 8 de janeiro de 2012
Constatação
Uma simples constatação, verdade. E se a mudança, faz parte da condição do ser humano, nem sempre ela é positiva. Mas, "contra factos, não há argumentos" e aceitá-la, faz parte do crescimento de cada um de nós.
E quando nos faz mal, o melhor é deixar ir. Para o bem de todos.
E quando nos faz mal, o melhor é deixar ir. Para o bem de todos.
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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Coisas que o filhote me diz
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| (photo by Annette Bunch) |
Filhote: "Mãe, tenho uma nova namorada."
Eu: "Ai, sim? Como é que ela se chama?"
Filhote: "Joana. E eu gosto dela, de amor a sério e ela gosta de mim, de amor a sério. E andamos de mãos dadas. "
Eu, sorrindo: "Ah, eu vi. Só largaram as mãos quando chegaram ao portão da escola."
Filhote: "Sim. Não te importas, pois não? Ela deu-me um beijinho aqui (apontando para a bochecha e esfregando devagarinho). E continuo a amar-te até ao espaço sideral."
Comi-o com beijinhos enquanto ele me dava um abraço muito doce.
♥ ♥ ♥
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Às pessoas que usam as palavras, como se fossem chicletes
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| É do conhecimento comum que há sempre grandes probabilidades de que o balão, nos rebente na cara :D |
Ó pessoas, pessoas? Quando é que vocês percebem que há expressões /palavras que não se devem utilizar/misturar em determinados contextos? Já nem falo, do sentimento ou da vibração que delas emana ou do que elas significam, nem da reverência que lhes é devida...já nem vou por aí. Espera...afinal vou!
Se uma determinada palavra/frase/mantra, expressa o que de mais divino existe em cada um de nós, no universo ou na fé que professamos, porque razão, as misturam com chorrilhos de disparates e discursos banais? Não percebo e também acho que vocês não percebem. Não percebem que assim, só demonstram a vossa ignorância e que não há Santa Wikipédia que vos valha. Parafraseando não sei quem: "Uma coisa, é uma coisa e outra coisa, é outra coisa."
Querem ver exemplos? Cá vão:
"Deus me perdoe, mas foi muito bem feito! E se Deus quiser, ainda lhe há-de acontecer pior."
Deus há-de querer muito que o sentimento mesquinho da vingança, reine entre os homens, há-de, há-de.
E também é muito bom, ouvir estas palavras por alguém que supostamente, segue os ensinamentos de Deus (católico ou outro), é, é.
E também é muito bom, ouvir estas palavras por alguém que supostamente, segue os ensinamentos de Deus (católico ou outro), é, é.
"São todos uma cambada de idiotas e trafulhas e deviam ir todos apanhar no c*. Namasté."
Namasté: "O deus/divindade/vibração divina que reside em mim, saúda o deus/divindade/vibração divina que reside em ti." Há mais traduções, mas a intenção é sempre de reverência, saudação, respeito.
Tem tudo a ver.
"Detesto que [uma opinião qualquer] e odeio [mais outra coisa qualquer]. Baba nan kevalam."
Baba nan kevalam : "Tudo é Amor."
Sentimentos antagónicos, não?
Tem tudo a ver.
"Detesto que [uma opinião qualquer] e odeio [mais outra coisa qualquer]. Baba nan kevalam."
Baba nan kevalam : "Tudo é Amor."
Sentimentos antagónicos, não?
Alguém consegue ver o contrasenso que por aqui vai? Eu quero acreditar que sim...
Pronto, já desabafei e não, não me vou abençoar a mim mesma porque neste momento, não sou digna: acabei de me entregar à má-língua e ao juízo de valores. Vou ali vergastar-me e lavar a língua com uma escova e sabão ou ao contrário, tanto faz. O que conta é a intenção, neste caso, a contrição.
Pronto, já desabafei e não, não me vou abençoar a mim mesma porque neste momento, não sou digna: acabei de me entregar à má-língua e ao juízo de valores. Vou ali vergastar-me e lavar a língua com uma escova e sabão ou ao contrário, tanto faz. O que conta é a intenção, neste caso, a contrição.
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terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Revoluções tranquilas
Numa época conturbada, em que a insegurança é uma constante, em que se fala de revolução à boca cheia, no colapso da sociedade e da economia, dou por mim a pensar que a verdadeira revolução, a que tem efeitos mais duradouros, é aquela que vem de dentro de cada um de nós.
É aí que temos que mudar primeiro, se queremos mudar o que nos rodeia. Pouco adiantará depôr governos e regimes, se não se reformularem as mentalidades, se não mudarmos a forma como nos relacionamos com os outros e com as coisas.
É aí que temos que mudar primeiro, se queremos mudar o que nos rodeia. Pouco adiantará depôr governos e regimes, se não se reformularem as mentalidades, se não mudarmos a forma como nos relacionamos com os outros e com as coisas.
Acredito em revoluções tranquilas, sem arruaças e violência. Acredito que podemos fazer valer as nossas opiniões de uma forma serenamente firme e assertativa. Diariamente. Persistentemente. Com delicadeza e empatia pelos outros. Feita com pequenos gestos quotidianos, que podem fazer toda a diferença. Na nossa vida e na dos outros.
E sem nunca esquecer que tudo o que damos, recebemos. Como se de uma "epidemia de gentileza", se tratasse... contagiando o que está à nossa volta. A começar... já! :)
E sem nunca esquecer que tudo o que damos, recebemos. Como se de uma "epidemia de gentileza", se tratasse... contagiando o que está à nossa volta. A começar... já! :)
P.S: gostaria muito que, os que vociferam aos ventos, exigindo cabeças e sangue, me explicassem o que fariam se as suas próprias famílias e amigos, fossem vítimas destas revoluções que tanto proclamam e defendem?
Mas isto, sou só eu, que tenho a mania ...;)
Mas isto, sou só eu, que tenho a mania ...;)
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domingo, 1 de janeiro de 2012
It's my party and I cry if I want to
Disse a mim mesma que não o iria fazer, que não iria escrever sobre resoluções para 2012 mas hoje, dei por mim, a reler posts do ano anterior... foi por esta altura que fiquei desempregada. Um ano passou, e a situação mantem-se. Não tem sido fácil, tenho passado por momentos complicados, muitas vezes, sem perceber muito bem para onde me virar, o que fazer, que direcção seguir...
Se por um lado, o subsídio de desemprego me permite viver de forma mais ou menos decente, o facto é de que nunca na minha vida, estive sem trabalhar. E isto por si só, já é motivo de alguma angústia porque me é difícil estar parada. Por outro lado, durante este ano que passou, acompanhei o crescimento do meu filho de uma forma tão intensa que me tornei ainda mais "mãe-galinha". Descobri o quanto ele me faz falta, a imensa alegria que é ser mãe dele, mesmo quando ele é chatinho e caprichoso e o companheiro fantástico que ele é. Aceito que este interregno me foi proporcionado para que eu pudesse estar (ainda) mais presente na vida dele e para que eu aprendesse a viver/sobreviver com pouco mas, ao mesmo tempo, com tanto.
Mas (e eu também me conheço), a inércia é uma tentação terrível, que mina a vontade e me pode conduzir até à beira do abismo. E se há dias em que luto ferozmente contra ela e consigo, outros há, em que fico acabrunhada, meio-perdida, sem rumo. Têm-me valido os amigos que estão sempre presentes e aos quais sou grata, por estarem no meu caminho.
Se por um lado, o subsídio de desemprego me permite viver de forma mais ou menos decente, o facto é de que nunca na minha vida, estive sem trabalhar. E isto por si só, já é motivo de alguma angústia porque me é difícil estar parada. Por outro lado, durante este ano que passou, acompanhei o crescimento do meu filho de uma forma tão intensa que me tornei ainda mais "mãe-galinha". Descobri o quanto ele me faz falta, a imensa alegria que é ser mãe dele, mesmo quando ele é chatinho e caprichoso e o companheiro fantástico que ele é. Aceito que este interregno me foi proporcionado para que eu pudesse estar (ainda) mais presente na vida dele e para que eu aprendesse a viver/sobreviver com pouco mas, ao mesmo tempo, com tanto.
Mas (e eu também me conheço), a inércia é uma tentação terrível, que mina a vontade e me pode conduzir até à beira do abismo. E se há dias em que luto ferozmente contra ela e consigo, outros há, em que fico acabrunhada, meio-perdida, sem rumo. Têm-me valido os amigos que estão sempre presentes e aos quais sou grata, por estarem no meu caminho.
Este é o ano em que tenho que dar uma volta à minha vida. A verdade é que, não estou a ficar mais nova e o mundo do trabalho, não se compadece seja lá com o que fôr. Além de que, ainda me questiono se voltarei ao mercado de trabalho convencional... Muitas interrogações, muitas dúvidas.
Está na hora de lutar e perceber qual é o meu (real) lugar no mundo.
Este é o meu grande desafio para 2012.
Este é o meu grande desafio para 2012.
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