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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

♥ Happy Valentine's Day ♥


Normalmente, nem assinalo este dia, mas hoje apeteceu-me :)
Talvez porque, apesar de não estar apaixonada, recordo-me de dias muito felizes e acabei por me deixar contagiar por esse sentimento de euforia. E é bom estar apaixonada/o, nem que não seja porque nos sentimos mais vivos e em maior sintonia com o universo. Manter esse estado de espírito, já é outra conversa, não é?
Cada um tem as suas estórias de amor pessoais, a sua dose de fracassos ou sucessos mas o que importa é nunca perdermos a capacidade de amar e mantermos o coração aberto ao que a vida nos traz. Sem amarguras, porque amanhã, tudo pode mudar...
Volto a postar este vídeo (aqui), que acho simplesmente delicioso.

Amem  e amem-se muito, hoje e todos os dias :)


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sábado, 11 de fevereiro de 2012

Think Different

Embora possa ser discutível a forma como as utilizam, se há alguém que conhece  o poder e o impacto que as palavras podem ter nas pessoas, são os publicitários.
A prova disso é este anúncio antigo da Apple que eu acho, simplesmente fantástico! Talvez porque por lá, andava o Steve Jobs...
Ora vejam/leiam:
             
               

"Here’s to the Crazy Ones.
The misfits.
The rebels.
The troublemakers.
The round pegs in the square holes.
The ones who see things differently.
They’re not fond of rules.
And they have no respect for the status quo.
You can quote them, disagree with them,
disbelieve them, glorify or vilify them.
About the only thing that you can’t do, is ignore them.
Because they change things.
They invent. They imagine. They heal.
They explore. They create. They inspire.
They push the human race forward.
Maybe they have to be crazy.
How else can you stare at an empty canvas and see a work of art?
Or, sit in silence and hear a song that hasn’t been written?
Or, gaze at a red planet and see a laboratory on wheels?
We make tools for these kinds of people.
While some may see them as the crazy ones, we see genius.
Because the ones who are crazy enough to think that they can change the world,
are the ones who do."
-
(original version) Rob Siltanen and Ken Segall

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terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Revoluções tranquilas

Numa época conturbada, em que a insegurança é uma constante, em que se fala de revolução à boca cheia, no colapso da sociedade e da economia, dou por mim a pensar que a verdadeira revolução, a que tem efeitos mais duradouros, é aquela que vem de dentro de cada um de nós.
É aí que temos que mudar primeiro, se queremos mudar o que nos rodeia. Pouco adiantará depôr governos e regimes, se não se reformularem as mentalidades, se não mudarmos a forma como nos relacionamos com os outros e com as coisas.
Acredito em revoluções tranquilas, sem arruaças e violência. Acredito que podemos fazer valer as nossas opiniões de uma forma serenamente firme e assertativa. Diariamente. Persistentemente. Com delicadeza e empatia pelos outros.  Feita com pequenos gestos quotidianos, que podem fazer toda a diferença. Na nossa vida e na dos outros.
E sem nunca esquecer que tudo o que damos, recebemos. Como se de uma "epidemia de gentileza", se tratasse... contagiando o que está à nossa volta. A começar... já! :)
                                                                                                                        
               


P.S: gostaria muito que, os que vociferam aos ventos, exigindo cabeças e sangue,  me explicassem o que fariam se as suas próprias famílias e amigos, fossem vítimas destas revoluções que tanto proclamam e defendem?
Mas isto, sou só eu, que tenho a mania ...;) 

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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Feliz Natal!


Apesar de andar a navegar em águas turbulentas, não quis deixar de desejar a todos vós que por aqui passam, votos de um Natal muito feliz, pleno de doces afectos, daqueles que nos aquecem o coração e nos aligeiram e confortam a alma :)
Beijinhoooos ...

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sábado, 8 de outubro de 2011

I wanna walk with...


"Walk with the dreamers, the believers, the courageous, the cheerful, the planners, the doers, the people with their heads in the clouds and their feet on the ground. Let their spirit ignite a fire within you, to leave this world better than when you found it." - Wilfred Peterson

Adoro esta citação! Pelo sentimento de união e de irmandade (bem sei que é uma expressão de alguma forma vulgarizada, mas continuo a acreditar, ferozmente, nela), de inspiração e de reconhecimento de que todos nós, temos a enorme capacidade fazer melhor, sempre melhor.
A propósito, vejam isto (aqui), de um filme verdadeiramente inspirador e que eu amo de paixão. Que ele vos possa inspirar também :)

Bom sábado a todos!

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sexta-feira, 7 de outubro de 2011

sábado, 1 de outubro de 2011

•♪♫•*¨*•.¸¸♥ Dia Mundial da Música ♥•*¨*•♪♫•¸¸


Não quis deixar a oportunidade de vos falar de uma grande, enorme paixão: a música.
A música faz parte da minha vida, desde tenra idade, já que tive a sorte de ter um pai apaixonado por ela, que adorava cantar e que me proporcionou o contacto com vários géneros musicais. Aliás foi com ele que entendi o real significado da frase: "Quem canta, seus males espanta", porque era nessas alturas que a voz lhe saia mais intensa e mais bela. Adiante...
A música além de uma paixão, é também um vicio e está de tal forma entranhada na minha forma de ser que muitas vezes, creio que conseguiria descrever a minha vida e a minha existência, através dela e como se fosse uma banda sonora ;)
A música, está intimamente ligada a acontecimentos, situações, pessoas, sentimentos e até cheiros. Às vezes, basta um pequeno acorde e eu sou, momentaneamente, transportada para lá.
Não tenho um estilo musical definido ou rígido: gosto de muitas coisas, completamente diferentes umas das outras e ando sempre à cata de novos sons. Sofregamente.
A música é também a linguaguem mais universal que conheço, capaz de derrubar e anular barreiras, sejam elas quais forem e com um poder unificador, tremendo. Não acreditam? Basta lembrarem-se do que sentem quando assistem a um concerto. A energia é palpável, a unicissidade visível e contagiante e é fácil darmos connosco a cantar com o vizinho do lado, naturalmente :)
Anyway, deixo-vos com uma das minhas "músicas-fetiche" (é assim que eu lhes chamo, porque nunca me canso delas e são enormes referências e marcos da minha vida): "High Hopes",(aqui) dos Pink Floyd, numa versão acústica (adoro acústicos) e com o acréscimo de dois instrumentos que adoro: contrabaixo e violoncelo.


E que a música acompanhe o bater dos vossos corações e vos dê asas para voar!

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terça-feira, 30 de agosto de 2011

Just breathe

Para sacudir as neuras, arejar as ideias e voltar a encher o coração, saio porta fora com a mochila às costas, dando pernas e braços ao meu bicho do mato, e esta música no repeat... às vezes, o que nos faz falta, é respirar. Plenamente. 


Como aquela respiração que soltamos, no final de uma subida, a caminhar. Quando pousamos a mochila  e nos rendemos ao que conseguimos fazer, enquanto olhamos em frente...
E respiramos fundo. Em pleno. Em união. E em sintonia.

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sexta-feira, 19 de agosto de 2011

B.S. para esta noite...

Talvez porque a neura ainda não desapareceu, ou talvez porque me apeteceu ouvir coisas diferentes, ao vasculhar os cds, este pareceu-me perfeito para hoje.
Adoro esta cover. Até à inconsciência ;)

           

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sexta-feira, 5 de agosto de 2011

E porque hoje, estou lamechas...

          Partilho convosco um vídeo de que gosto muuuuito e desejo o mesmo a todos vós que por aqui passam! 

 Beijinhos ♥

       

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domingo, 31 de julho de 2011

In the mood for...

É velhinha, meio estranha, mas perfeita para mim e para este final de dia.
A ouvir no repeat...


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terça-feira, 26 de julho de 2011

Feliz Dia dos Avós!

Para a minha avó Guiomar...(aqui)

E aqui, uma canção tradicional beirã que aprendi com ela e tantas vezes, cantámos, com a ajuda de um adufe, pois então.
Amo-te, avó. Estás sempre no meu coração.

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sábado, 23 de julho de 2011

Rest In Peace, Amy

Amy Winehouse Text Art Canvas, made up entirely from the names of her songs.
Sempre estranhei pessoas que nestas circunstâncias, dizem coisas como: "Não tenho pena nenhuma.", em jeito de "Estava a pedi-las."...
Confesso que me faz muita impressão. Dou por mim a pensar que estas afirmações camuflam outras coisas bem mais sérias que se passam ou passaram na vida dessas pessoas...ou talvez não, talvez sejam só o reflexo da insensibilidade e falta de empatia, para com o sofrimento alheio. E de um certo ressabiamento: como se o facto de se ter atingido a fama e consequentemente uma certa riqueza, lhes fosse ultrajante e altamente ofensivo. Porque se estivessem no lugar dessa pessoa, fariam tudo diferente e não desperdiçariam a vida assim. Acho sempre que estes julgamentos apressados não são, nada mais nada menos do que isso, apressados. E superficiais.
Ah, e depois, cheira-me sempre que, no fundo, no fundo, não gostavam da pessoa em questão, do seu trabalho. Não seria mais fácil admiti-lo? Penso que sim e dessa forma, a malta dá o desconto e releva opiniões azedas.
Da mesma forma , me faz confusão, as opiniões das pessoas que acham que "assim nasce uma deusa no panteão do Rock n' Roll", como se se tratasse de um modelo a seguir, para se ter sucesso e alcançar uma suposta imortalidade...Sejamos realistas: a frase "Live fast and die young", pode ser muito carismática, mas é, essencialmente proveitosa para os que cá ficam (ah pois, a estória dos royalties), não é para os que fazem a passagem.
Quanto ao argumento de que "Não era um bom exemplo",  pois concerteza que não. Mas também, nós não somos, quando nos portamos de forma  demasiado condescendente, conivente, permissiva e indiferente para o que acontece à nossa volta.
Gosto da Amy Winehouse (da artista) por várias razões: dona de uma voz absolutamente única, um talento enorme, criadora de uma sonoridade invulgar, letras negras e ácidas (algumas proféticas).
Lamento a sua morte da mesma forma que lamento a morte de qualquer pessoa que envereda pelo caminho da auto-destruição, desperdiçando esse dom fantástico que é a vida e no caso dela, o enorme talento. Não julgo, não especulo sobre a culpa/responsabilidade da indústria discográfica, da sociedade, do namorado, do agente, das fragilidades internas(como já li aí pela net) porque, simplesmente, não sei.
Neste momento, empatizo e respeito a  dôr dos pais, dos amigos e das pessoas que lhe eram próximas.
E que a Amy encontre a paz que não consegui encontrar, enquanto cá esteve.

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P.S: apesar de tudo, não consigo deixar de achar "estranho", que outros  como Jim Morrisson, Janis Joplin, Jimmy Hendrix, Kurt Cobain e Brian Jones (o criador dos Rolling Stones), tenham morrido com 27 anos...e aqui, rendo-me ao meu lado "místico".

sábado, 16 de julho de 2011

Mudar

Todos sabemos, o actual estado do nosso planeta. Constantemente somos chamados à atenção: basta perceber as alterações climáticas que o planeta está a sofrer, desvastando a fauna e a flora e afectando toda a população humana.
Impossível não nos questionarmos sobre a nossa responsabilidade. Negligente, não alterarmos os nossos hábitos. Coisas simples, gestos diários que passam por fazer reciclagem e alterar a nossa dieta alimentar.
Impõe-se uma certa urgência, porque aproximamo-nos, em ritmo acelerado, do ponto de ruptura.

A (falsa) ideia de que os vegetarianos só comem comida sensaborana e saladas, é completamente desmistificada quando provarem as coisas deliciosas que a culinária vegetariana produz.
Falando da minha experiência pessoal, lembro-me que comecei a tomar esta consciência quando estava a tentar engravidar. Além de não suportar a violência que é exercida nas quintas de criação e matadouros, o facto é que comecei a olhar para os animais no prato, como aquilo que eles realmente são: cadáveres. E mentalmente, criou-se um asco, uma repulsa por este tipo de alimentação. E não quis de forma alguma, alimentar o meu filho, ainda em gestação e na fase mais crucial da sua formação, com cadáveres. Por isso, aos poucos, comecei a alterar a forma como comia e para isso, tive que pesquisar, ler, fazer curso de cozinha vegetariana, consultar e ser orientada por uma nutricionista dessa área.
Comecei a adaptar também, os pratos que cozinhava habitualmente, ao vegetarianismo e a transição foi (e está sendo) feita de forma suave, no meu caso. Continuei a beber leite e seus derivados, assim como ovos (ainda não consegui abolir o uso deles, mas para lá caminho). Sou portanto, ovo-lacto-vegetariana, assim como o meu filho que é uma criança perfeitamente saudável, e que já teve as doenças infantis que todas as crianças desta idade, têm. Noto sim, uma maior rapidez de recuperação.
E não, não é molengão, nem apático (outra falsa ideia) :)
No vídeo, são referidas as razões e os tremendos benefícios para a nossa saúde e para a saúde do planeta, para e ao tornarmo-nos vegetarianos.
Visitem o blogue um curso em sabores, e descubram um mundo novo.
Pensem seriamente no assunto. Está na hora de mudar :)

                          


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sexta-feira, 15 de julho de 2011

quinta-feira, 14 de julho de 2011

O poder das palavras


"As palavras são sagradas. Merecem respeito. Se escreveres as palavras certas, numa ordem correcta podes abanar um pouco o mundo." 
Tom Stoppard

Acredito no poder das palavras.
As palavras são a manifestação verbal/fisica das nossas vontades, intenções e sentimentos. São instrumentos poderosos, influenciam e criam as nossas emoções,  são o que nos liga ou afasta dos outros. Com elas, conquistamos, e/ou somos conquistados. Derrotamos e/ou somos derrotados. Amamos e/ou  somos amados. Odiamos e/ou somos odiados. 
E através delas, criamos diariamente, a nossa realidade.
Ter esta consciência, responsabiliza-nos pela forma como as utilizamos. E aqui, como em tudo na vida, funciona a lei do retorno. Se dissermos "eu não sou capaz...", "se eu pudesse...", "eu sou infeliz...", "eu odeio...", certamente que viveremos dessa forma. Se passamos a nossa vida a destilar palavras e frases de ódio e desprezo (mesmo que achemos que estamos carregadinhos de razão), certamente que as receberemos em troca.
Ao utilizar as palavras de forma positiva: "eu posso...", "eu consigo...", "eu quero...","eu gosto/amo..."; estamos a reverter tudo isso, quebrando determinados padrões mentais e, consequentemente, padrões de comportamento.
E assim, podemos viver e construir a nossa vida, em plenitude e abanar o mundo ;)

P.S: a minha palavra favorita é "Amor". E a vossa?

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quarta-feira, 6 de julho de 2011

Coisas que me irritam #4

(photo by Plattform)
E esta é daquelas que me irritam profundamente: crianças, no carro, sem cinto de segurança e/ou sem cadeira ou banco elevatório (video aqui).
Confesso que não consigo compreender quem os transporta desta forma, seja nos carros dos pais, familiares ou até nos autocarros da escola (sim, já vi isto acontecer!).
E a desculpa de que "vamos só até ao fundo da rua, não vale a pena...", não cola. Não mesmo! 
Pode ser "aborrecido" ter que andar a mudar a cadeira de um carro para o outro (na semana passada, tive que chamar um taxi para viajar com o filhote e sim, levei a cadeira comigo), e obrigar os miudos a colocar o cinto  é "chato" (só obrigamos se eles não estiverem habituados, não será?); mas considero absolutamente inadmissível, este acto grosseiro de negligência.
Fico possessa.

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segunda-feira, 27 de junho de 2011

"A dor mente"

Hoje, começa a campanha online pela causa da esclerose múltipla em Portugal. A Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla (SPEM), lança esta campanha com o video "Tenho mas não todos os dias" e destina-se a homenagear todas as pessoas  portadoras desta doença assim como, a angariar fundos para desenvolvimento da pesquisa de soluções terapêuticas.
Como participar: basta irem até á página da SPEM, no Facebook (http://www.facebook.com/SPEM#!/SPEM.Portugal) e clicar "gosto/like" no video. Poderão também ir ao canal do YouTube da SPEM (http://www.youtube.com/user/MsSPEM), e procederem da mesma forma. e assim estarão a contribuir com 2€.
Tão simples quanto isto.


                 

Sobre a Esclerose Múltipla:
A EM, uma patologia que hoje afecta cerca de 6 mil portugueses e mais de dois milhões de pessoas em todo o mundo, é uma doença do foro neurológico na qual o sistema imunitário ataca a mielina. Atualmente é a doença que mais incapacita os jovens adultos em todo o mundo, afectando mais as mulheres do que os homens. Os sintomas mais comuns, que surgem normalmente entre os 15-40 anos, têm um impacto negativo na visão, mobilidade, causam dormências, fadiga e provocam desequilíbrios.
(fonte: SPEM)
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quinta-feira, 16 de junho de 2011

♥ A quoi ça sert l'amour? ♥

Partilho convosco, um video pequenino e simplesmente delicioso, sobre o amor.
Adoro estes videos de animação e "colecciono-os", já há algum tempo.

 

P.S: Hoje, graças à Família Pumpkin, adicionei mais um (ver aqui)...  

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