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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
sábado, 21 de janeiro de 2012
Do meu cão
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| (imagem da série "Game of Thrones") |
Há alturas, em que a saudade dele aperta. É quase uma dôr física. Saudades do focinho dele, dos olhos meigos, da expressão meio selvagem. Da sua tontice enquanto cachorrinho (ai, tantos disparates e sobressaltos), da sua altivez e porte digno, quando adulto.
Das cheiradelas, a meio da noite, quando ele entrava no meu quarto e depois de se certificar que estava tudo bem, saía, deitava-se no hall e soltava uma respiração mais profunda (e que eu achava sempre que era um suspiro de alívio). Da sua alegria, quando eu chegava a casa. Dos abracinhos que eu lhe dava (e ele consentia), quando eu estava triste. Das beijocas fugazes na ponta do focinho, com o intuito de o irritar, e que ele respondia com um esboço de abocanhar, que me fazia rir às gargalhadas. Dos nossos passeios nocturnos, sob a luz da Lua ou a fugir à chuva.
Do meu cão-gato que deitava o focinho sobre os meus pés, nas noites frias de Inverno, enquanto via televisão.
Do meu cão-aspirador que apanhava todas as migalhinhas que pudessem haver pela casa.
Do meu cão-aspirador que apanhava todas as migalhinhas que pudessem haver pela casa.
Do meu cão-pessoa, que me dava focinhadas de repreensão, direitinhas aos olhos, quando eu uivava para o chatear. Das patadas persistentes e irritantes (na altura, quando passei por uma fase muito complicada e me estava a fechar para o mundo), que me obrigavam a reagir e a sair do marasmo, nem que não fosse para gritar com ele. Do ar aflito com que ele aparecia na cozinha, quando o meu filhote começava a chorar no berço, ainda antes de eu dar conta pelo intercomunicador...
Tenho saudades da visão de beleza pura e selvagem que ele me proporcionava, sempre que o levava para o meio da serra de Sintra e o soltava: ficava extasiada a observar os movimentos dele e sentia sempre que ali, é que ele era verdadeiramente feliz... presenteava-me sempre com um pássaro ou um rato (ao que eu não achava piada nenhuma, mas enfim, era o seu instinto natural de caçador).
Tenho saudades da visão de beleza pura e selvagem que ele me proporcionava, sempre que o levava para o meio da serra de Sintra e o soltava: ficava extasiada a observar os movimentos dele e sentia sempre que ali, é que ele era verdadeiramente feliz... presenteava-me sempre com um pássaro ou um rato (ao que eu não achava piada nenhuma, mas enfim, era o seu instinto natural de caçador).
Um companheiro de caminhadas (o grande responsável por este vício) com uma resistência impressionante e que me dava pica: quanto mais puxava por ele, mais ele aumentava a velocidade. Inteligente ao ponto de perceber que tinha que diminuir a cadência, quando, já no final da minha gravidez, os meus movimentos se tornaram mais lentos...
Presença constante de muitas boas recordações. Foi com ele, que numa bela noite de Outubro, vi uma chuva de estrelas cadentes enquanto acariciava a barriga e falava com o meu filhote, feliz como nunca me tinha sentido antes.
Presença constante de muitas boas recordações. Foi com ele, que numa bela noite de Outubro, vi uma chuva de estrelas cadentes enquanto acariciava a barriga e falava com o meu filhote, feliz como nunca me tinha sentido antes.
Ainda tenho dificuldade em lembrar-me com serenidade do que foi o seu final, e não é assim que eu me quero lembrar dele. Porque ele, deu-me o melhor de si e é assim que eu o vejo: como o melhor cão do mundo. E como o meu primeiro filho.
***
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Das sementes
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| (getty images) |
Conhecem aquele sentimento de estranheza/constrangimento quando reencontram alguém de outra vida que vos diz: "Lembraste do que me disseste há muitos anos atrás? Tem-me acompanhado pela vida fora e lembro-me muitas vezes de ti. Continua a fazer tanto sentido, que nem imaginas. Quando estivermos juntos, relembro-te", e vocês ficam completamente a anhar, sem se lembrarem do que foi?
Pois, aconteceu-me ontem. E o que é mais engraçado é que tem acontecido com alguma frequência.
Hoje, vou beber chá, com outra amiga e ex-colega que me considera responsável por uma grande transformação que se deu na vida dela. Estou curiosa, confesso e meio intimidada. Porque não me acho nada disso, e ser responsável por uma mudança assim, é uma grande responsabilidade (passo a redundância).
Pois, aconteceu-me ontem. E o que é mais engraçado é que tem acontecido com alguma frequência.
Hoje, vou beber chá, com outra amiga e ex-colega que me considera responsável por uma grande transformação que se deu na vida dela. Estou curiosa, confesso e meio intimidada. Porque não me acho nada disso, e ser responsável por uma mudança assim, é uma grande responsabilidade (passo a redundância).
Além do mais, acho que na maior parte das vezes (e nestas situações), nós somos assim como que uma espécie de instrumento do universo e que as sementes que possamos lançar, só darão fruto se a terra for fértil e receptível a recebê-las.
(suspiro de conformismo) E, em última instância, se a responsabilidade é de quem semeia, o mérito é de quem agarrou nas ferramentas e arou, regou, tratou e cuidou.
(suspiro de conformismo) E, em última instância, se a responsabilidade é de quem semeia, o mérito é de quem agarrou nas ferramentas e arou, regou, tratou e cuidou.
P.S: sou alérgica a protagonismo. Mesmo. E este post esteve para ser apagado: tem um piquinho a ego :P
***
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Pequenos (grandes) detalhes
Há cerca de 2 semanas atrás, reencontrei alguém que já não via há, pelo menos, 10 anos. Por força das circunstâncias (é director da escola do meu filhote, e como o mundo é pequeno, não?), temo-nos visto quase todos os dias.
Numa conversa casual em que aproveitámos para fazer um catch up de cada um de nós, percebi que ele se recorda desses pequenos detalhes. Foi engraçado porque, ao mesmo tempo, fez-me recordar de mim.
E foi uma sensação muito boa :)
Numa conversa casual em que aproveitámos para fazer um catch up de cada um de nós, percebi que ele se recorda desses pequenos detalhes. Foi engraçado porque, ao mesmo tempo, fez-me recordar de mim.
E foi uma sensação muito boa :)
***
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
•*¨*•♪♫Voltou, voltou...voltou de lá •*¨*•♪♫
O meu melhor amigo, voltou das (longas e distantes) férias!!!
Hoje, vamos pôr a converseta em dia (face to face) e a mim, só me sai esta expressão:
Weeeeeeee!!!
***
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Adenda ao post anterior
Mas, giro, giro, foi receber um telefonema dele, assim que acabei de colocar o post anterior! :)))))
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I (don't) love Paris
O meu melhor amigo, foi de férias, para longe (o estúpido!) e eu sinto terrivelmente a sua falta. E agora, quem é que atura as minhas neuras e se ri com os meus disparates? Quem é que "perde" horas ao telefone comigo, a falar de tudo e de nada? Humpf!
(...)
Anyway, espero que se esteja a divertir muito e que traga muitas estórias para contar :)
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sexta-feira, 26 de agosto de 2011
sábado, 20 de agosto de 2011
Extra bónus
E depois da caminhada (que derrotou a neura, com uma grande pinta!), eis que recebo o telefonema da Lu que ainda arranjou tempo para nos encontrarmos, antes de regressar a Madrid:
"Estás em casa?"
"Não, mas estou perto."
"Encontramo-nos no café ao pé de tua casa?"
"Estou a ir para lá, agora..."
Risos. Cúmplices, porque estas sintonias estão a tornar-se comuns, entre nós. De tal forma que, hoje apeteceu-me usar um anel que ela me ofereceu o ano passado (e de gosto muito) e que me faz sempre sentir que fico mais perto...
E a "minha" Vera, também vem. Muitos abraços, conversetas, parvalheira, gargalhadas, cantoria em altos berros ao som da M80 (somos tão cotas, meus deuses!), pelas curvas da serra de Sintra em direcção às Azenhas do Mar, para buscar a matriarca da família.
E o resto, fica guardado nos nossos corações. Tal como a saudade que já sentimos uma da outra...somos umas "tontas".
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quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Não me canso de dizer
Que os amigos são a família que o meu coração escolheu e sem eles, seria um ser triste e miserável.
E quanto mais tempo passa, mais me apercebo da importância que cada um deles tem ou teve na minha vida. Aos que ficaram, o meu amor incondicional. Aos que não ficaram, continuam a viver nas recordações partilhadas.
E quanto mais tempo passa, mais me apercebo da importância que cada um deles tem ou teve na minha vida. Aos que ficaram, o meu amor incondicional. Aos que não ficaram, continuam a viver nas recordações partilhadas.
A todos, obrigada por fazerem parte da minha vida e por me ajudarem a ser a pessoa que sou hoje.
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quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Mulheres fortes
Tenho uma enorme atracção por mulheres fortes. Reconheço-lhes a força, o espírito que as anima. Independentemente de gostar delas ou não. Ás vezes, nem são simpáticas e certamente que não são politicamente correctas. Por vezes, nem me identifico com elas. Mas admiro-lhes a tenacidade, a coragem, a preserverança.
Tenho a sorte de conhecer e privar com algumas. Aliás, pensando bem, quase todas as minhas amigas (Té, Beta, Vera, Odete, Marta), o são :)
Tenho a sorte de conhecer e privar com algumas. Aliás, pensando bem, quase todas as minhas amigas (Té, Beta, Vera, Odete, Marta), o são :)
Elas inspiram-me, dão-me alento quando preciso, põe as coisas em perspectiva, emocionam-me com a sua genuinidade, entrega e despojamento.
Este post é dedicado a uma delas em particular: à Luisa.
Este post é dedicado a uma delas em particular: à Luisa.
Amo-te.
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terça-feira, 28 de junho de 2011
Um perto muito perto
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| (photo by Nika Fadul) |
"Há pessoas que são, para nós, como os poetas: põem palavras onde, antes, só havia sentimentos. Mas, antes, falei-vos dos alquimistas. Que não só interpelam o que sentimos, como lhe respondem. Com gestos. De surpresa.
São gestos que, parecendo um tudo-nada, tocam cá dentro e fazem do "perto muito perto" com alguém, um sentimento de liberdade que se perde de vista. A esses gestos - que nos revolvem - podemos chamar, simplesmente, comunhão. Ou, timidamente, amor.
Comunhão é autenticidade e transparência. De braço dado. E a quatro mãos. Só ela interpela o que sentimos com gestos de surpresa e põe palavras onde, antes, era quase um ermo nos nossos sentimentos.
É das experiências de comunhão que nasce a fé: a fé na vida, nas pessoas, no futuro, ou em tudo o que nos transcende (e que, por mais que vinque a nossa pequenez, nos desafia a crescer, nos ilumina e protege).
As relações de comunhão são tão sublimes (e preciosas) que, por mais fugazes (ou por mais remotas) que tenham sido, nos guiamos por elas na procura de outras experiências semelhantes, para sempre.
E protegem-nos: dos desalentos e das decepções, da dor e da tristeza, do azedume e do mal. (...) Como se fossem um regresso (a um Paraíso que parecia perdido) e, ao mesmo tempo, um lugar que se sente, se saboreia ou se visita pela primeira vez."
"Chega-te a mim e deixa-te estar.", Eduardo Sá
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sábado, 25 de junho de 2011
Miss you
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| photo by Adie Bush |
Há pessoas que me fazem falta.
Porque já passámos por autênticas "provas de fogo" e contrariando todas as probabilidades, saímos delas, mais fortes e mais unidas do que alguma vez, tinhamos sido.
Porque estão sempre lá, mesmo que longe. E mesmo à distância, sentimos o que elas sentem, angustiamo-nos com o que elas se angustiam, vibramos de alegria quando elas estão felizes. Sem palavras, só sensações. E elas, também.
Irmãos/ãs de coração, que encontrámos nesta vida. Que nos acompanham lá mesmo, no coração.
Porque já passámos por autênticas "provas de fogo" e contrariando todas as probabilidades, saímos delas, mais fortes e mais unidas do que alguma vez, tinhamos sido.
Porque estão sempre lá, mesmo que longe. E mesmo à distância, sentimos o que elas sentem, angustiamo-nos com o que elas se angustiam, vibramos de alegria quando elas estão felizes. Sem palavras, só sensações. E elas, também.
Irmãos/ãs de coração, que encontrámos nesta vida. Que nos acompanham lá mesmo, no coração.
E há alturas em que queriamos estar lá, ao lado delas, fisicamente... só para as abraçar e dizer: "Tudo vai correr bem. Amo-te."
Para depois, cairmos na gargalhada, vitimas do nosso estranho sentido de humor...
Miss you, Té.
Miss you, Té.
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domingo, 19 de junho de 2011
Dia cheio
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| photo by Thomas Barwick |
Dia passado com o meu "mano", o meu melhor amigo... apesar de falarmos diariamente por telefone, a verdade é que já não nos viamos há 2 meses.
Saudades do abraço dele, saudades dos olhares cúmplices e das gargalhadas conjuntas face to face, de antever a piada sarcástica e irónica que o (e nos) caracteriza, só de olhar para ele...
É um bem-querer e uma sintonia tal, que nos permite ficar em silêncio sem que isso nos incomode ou constranja.
Saudades do abraço dele, saudades dos olhares cúmplices e das gargalhadas conjuntas face to face, de antever a piada sarcástica e irónica que o (e nos) caracteriza, só de olhar para ele...
É um bem-querer e uma sintonia tal, que nos permite ficar em silêncio sem que isso nos incomode ou constranja.
Dia cheio.
Já só falta chegar o filhote...
Já só falta chegar o filhote...
***
terça-feira, 14 de junho de 2011
Pequenos gestos
"Feliz aquele que consegue ver e demonstrar o amor em gestos e não em palavras." - Eneias
Há coisas que me aquecem o coração. Que me fazem perceber o sentimento que os outros têm por mim, a gentileza da amizade mais pura.
São, quase sempre, coisas simples, pequenos gestos. Como o que recebi há pouco tempo: uma pequena encomenda postal contendo uma vieira, fotos e uma pequena nota, enviada por um amigo de longa data (daqueles que fazem parte das minhas "pessoas especiais"), lembrança de uma peregrinação a Santiago de Compostela.
Uma simples lembrança, com toda a carga do que nos une e que me emocionou profundamente porque:
- ele sabe da minha tremenda ligação a Santiago
- ele lembrou-se de mim, na sua peregrinação
E apesar de vivermos longe um do outro, estarmos meses sem nos vermos ou falarmos, a nossa amizade prevalece e tem sobrevivido ao desgaste do tempo.
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quinta-feira, 9 de junho de 2011
Bem-vinda, Inês :)
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| (photo by DezRay6) |
Hoje, é um dia particularmente feliz: ontem à noite, nasceu a Inês, a minha (nossa) sobrinha "emprestada".
Depois de alguns precalcos e sustos, nasceu perfeitinha, linda e saudável.
Hoje, as tias emprestadas, estão mais do que babadas e emocionadas com este pequenino milagre da vida, possível também, graças à enorme teimosia e amor da nossa amiga I. ... e todas nós, abençoamos esta princesinha e a sua mamã.
E o mundo ficou ainda mais bonito.
Depois de alguns precalcos e sustos, nasceu perfeitinha, linda e saudável.
Hoje, as tias emprestadas, estão mais do que babadas e emocionadas com este pequenino milagre da vida, possível também, graças à enorme teimosia e amor da nossa amiga I. ... e todas nós, abençoamos esta princesinha e a sua mamã.
E o mundo ficou ainda mais bonito.
Bem-vinda, Inês!
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quarta-feira, 8 de junho de 2011
Chaves e pessoas especiais
"To hide the key to your heart is to risk forgetting where you placed it"
Timothy Childers
E sabem o que me encanta e fascina?
Aquelas pessoas especiais, que surgem devagar ou impetuosamente na nossa vida, e que trazem a chave que abre o nosso coração.
Às minhas pessoas especiais, às que lá ficam a morar, não me canso de lhes dizer o quanto as amo.
Aquelas pessoas especiais, que surgem devagar ou impetuosamente na nossa vida, e que trazem a chave que abre o nosso coração.
Às minhas pessoas especiais, às que lá ficam a morar, não me canso de lhes dizer o quanto as amo.
Porque os mimos são (também) o alimento da alma:)
***
quinta-feira, 7 de abril de 2011
A vida é tão giraaaaaa!
Quais as probabilidades de isto acontecer?
Após uma caminhada de 2 horas, com as pernas a acusarem o esforço, paro numa esplanada para beber um café e tal.
De repente, oiço: "Miuda, há quantos anos?!?". E sou abraçada por um amigo que não vejo (via) há 6 anos, e que regressa amanhã para Moçambique, após uma visita-relâmpago de 5 dias.
Três horas de conversa e muitas gargalhadas depois, ainda guardo o carinho ( e o numero de telefone) de quem nunca se esqueceu de outros tempos...o meu amigo F., o "prega-partidas de serviço" do grupo. :D
Três horas de conversa e muitas gargalhadas depois, ainda guardo o carinho ( e o numero de telefone) de quem nunca se esqueceu de outros tempos...o meu amigo F., o "prega-partidas de serviço" do grupo. :D
terça-feira, 22 de março de 2011
Confidências à beira-mar
"And in the sweetness of friendship let there be laugther and the sharing of pleasures. For in the dew of little things the heart finds its morning and is refreshed."
Kahlil Gibran
Aproveitando a disponibilidade de uma amiga e o dia maravilhoso, fui até à praia.
E o que, inicialmente, era um café combinado no sitio do costume, acabou por ser uma longa conversa, banhada de sol, mar , gargalhadas e confidências.
E o que, inicialmente, era um café combinado no sitio do costume, acabou por ser uma longa conversa, banhada de sol, mar , gargalhadas e confidências.
Ah, já sentia falta das "conversas de adultos"!
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segunda-feira, 14 de março de 2011
☺ Feliz...
Fazer as pazes com alguém, que é muito importante na nossa vida, é uma das melhores sensações do mundo. Estou feliz!
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