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domingo, 15 de janeiro de 2012

Cantas bem, mas não me alegras

(photo by Steph Fowler)

Sempre valorizei as pessoas que pouco dizem mas muito fazem, ou pelo menos, fazem. Pessoas, cujas acções são coerentes com as palavras. Podem até nem ser muito populares (porque não falam muito e tal), mas uma coisa vos garanto: são fiáveis, de confiança e sólidas.
Em contrapartida, as que muito falam, raramente fazem.
E na hora de se chegarem à frente, desaparecem, ficam muito ocupadas, indisponíveis, impossíveis de contactar, vitimas dos mais terríveis e inesperados contratempos. E dizem: "Ah, e tal, gostaria muito mas infelizmente...".
Blagh!

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quarta-feira, 6 de julho de 2011

Coisas que me irritam #4

(photo by Plattform)
E esta é daquelas que me irritam profundamente: crianças, no carro, sem cinto de segurança e/ou sem cadeira ou banco elevatório (video aqui).
Confesso que não consigo compreender quem os transporta desta forma, seja nos carros dos pais, familiares ou até nos autocarros da escola (sim, já vi isto acontecer!).
E a desculpa de que "vamos só até ao fundo da rua, não vale a pena...", não cola. Não mesmo! 
Pode ser "aborrecido" ter que andar a mudar a cadeira de um carro para o outro (na semana passada, tive que chamar um taxi para viajar com o filhote e sim, levei a cadeira comigo), e obrigar os miudos a colocar o cinto  é "chato" (só obrigamos se eles não estiverem habituados, não será?); mas considero absolutamente inadmissível, este acto grosseiro de negligência.
Fico possessa.

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segunda-feira, 27 de junho de 2011

Coisas que me irritam #3

getty images

Pessoas que não pensam...

Aderir, porque sim. Partilhar, porque sim...sem nos darmos ao "trabalho" de ler o que partilhamos ou aderimos, parece-me ser de uma leviandade tremenda. Com boa intenção, concerteza que sim, mas leviandade na mesma. E "de boas intenções está o Inferno cheio" (para quem acredita em Inferno).
Quando nos envolvemos em alguma causa, devemos fazê-lo de coração mas, convêm que também utilizemos o cérebro (para alguma coisa, somos dotados de um).
Utilizar a regra dos "5 w" (who - quem, what - o quê, where - onde, when - quando, why - porquê) é capaz de ser uma boa, para minimizarmos o risco de cair em ratoeiras e compactuarmos com comportamentos que nos são estranhos. Nada disto se aplica, se gostarmos de fazer parte da "carneirada"...
E não, não tem nada a ver com o meu post anterior. De todo.
Pronto(s), já desabafei.


P.S: este post, embora se refira às pessoas que partilham ligações com apelo e links, nas redes sociais, de forma compulsiva, visa todas as outras que nunca se questionam sobre o que ouvem, lêem e vêem.

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terça-feira, 14 de junho de 2011

Coisas que me irritam #2

getty images
Pessoas que, sem me conhecerem muito bem, dão opinião acerca de tudo e de nada. Muitas delas, só revelam o que são na realidade: egocêntricas e que se adoram ouvir a si mesmas. Não param, nem uma única vez, para pensarem no que lhes está a ser dito. Para entenderem.
Não. Interpretam as coisas como lhes convêm e dão respostas pseudo-inteligentes, pseudo-iluminadas, pseudo-sensatas sem fazerem a mínima ideia do que estão a falar, nem sobre o que estão a opinar. Entram a meio de uma conversa, apanham uma frase e depois é ouvi-las a debitar frases fora do contexto, inoportunas e bizarras.
Regra geral, acham sempre que nós estamos mal, coitadas, e que precisamos do seu (delas) ombro consolador e da sua orientação luminosa. NOT!

Talvez se escutassem, perguntassem o que se passa, obtivessem respostas claras... mas isso, provavelmente, iria abalar a bela da auto-recriada aura, que só elas vẽem.

Tenho grandes dificuldades em não dar respostas mal-educadas e tortas. Acabo sempre por as ignorar, do género: "Fala aí para a parede, vá.", numa clara demonstração de (e agora, vou usar uma expressão de um amigo): "F****-vos".
(esta expressão pode ser interpretada como uma metáfora pós-moderna da manifestação fisica do desprendimento do Eu e das coisas fúteis que nos consomem demasiada energia.)

P.S: desculpem o vernáculo, mas há alturas em que uma pessoa é uma senhora, e outras, em que não.

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segunda-feira, 6 de junho de 2011

Coisas que me irritam #1


Pessoas que mal conheço ou que acabei de conhecer e que passam o tempo todo a cutucar-me fisicamente. Sabem, aquelas chatinhas que para chamarem a nossa atenção, tocam-nos e agarram-nos de forma invasiva?




Fico irritada para lá do  grau saudável de irritação! Do tipo: "Deslarga-me!"
Apesar de entender que, regra geral, são pessoas solitárias, carentes e que precisam desesperadamente que alguém olhe para elas, não consigo evitar o desconforto e a irritação. 
E como diz a minha amiga L. : KANERVOS!


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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Haja pachorra!

Após uma conversa de hora e meia, em que o meu interlocutor, floreava frases e escolhia cuidadosamente as palavras com o claro intuito de não se expôr demasiado, fui acusada de ser "mázinha".
Adoro (!) o termo, principalmente quando ele é utilizado como último recurso e quando a argumentação se esgotou. 
"Mázinha?", perguntei-lhe eu. "Mas porquê? Limitei-me a responder á primeira pergunta directa que fizeste ao longo desta conversa toda."
"Sim, és mázinha. Podias ter dito logo, desde o inicio que não estavas disponível."
(Grrrrrr...cerrar de dentes e a paciência que normalmente me caracteriza, a voar para o espaço).
"Olha, vais-me desculpar mas, no ínicio da nossa conversa, se bem te lembras, disse-te que me podias perguntar o que quisesses. Que estavas á vontade para o fazer, não foi?"
"Foi.", respondeu-me ele.
"Pois, então, porque não o fizeste?"
"Ah, as coisas não são tão simples assim...", sussurrou ele.
"Ai não? Então e aquela conversa  toda de que concordavas que as pessoas deviam ser directas e honestas, e assim não perderem tempo, nem  fazerem-se passar por aquilo que não são?"
"Pois, tens razão. Mas não é simples. Não sejas má.", responde o moço.
(Eu, possessa): "Pois, mas para mim é simples. E sabes que mais?  É tão simples, tão simples que não me apetece falar mais contigo. Fica para próxima encarnação."
E pronto. E ponto.

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sábado, 23 de outubro de 2010

Teste infalível


Se quiserem testar o vosso grau de tolerância e auto-controle, recomendo: fazer compras no supermercado a um sábado de manhã.
Experimentem! Resultados garantidos e imediatos ;)
Grrrrrrrrrrrrrrrrr...

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sexta-feira, 2 de julho de 2010

Anda uma mãe a criar um filho....

Tenho uma condução tranquila. Raramente me irrito quando estou ao volante. Nem mesmo quando vejo azelhices a acontecerem á minha frente. E sou mais prudente, quando trago o meu filho no carro.
Mas hoje de manhã, conseguiram-me "tirar do sério".
Ainda gostava de saber, porque é que a grande maioria dos condutores, ignora o formato de uma rotunda. Meus senhores, uma rotunda é circular e a circulação faz-se nesse sentido. Pois....
Pois então, hoje de manhã, quase a chegar ao colégio do filhote, quase fui abalrroada por uma idiota que vinda do lado esquerdo, tenta sair para a direita a jeitos de fussangice. A cena desenrola-se em modo flasback porque há 1 ano atrás, tive um acidente, numa rotunda, da mesma forma. Talvez por isso, consegui desta vez, evitar a batida. Tudo tranquilo, tudo na boa. Sim? Não !!! Então não é que a "sinhora" me lança uma valente buzinadela!!!  What???? Para não dizer uma asneira cabeluda (o filhote está lá atrás), respondo com outra, furiosa.
De repente, ouço uma vozinha: " Oh palhaço !!! Oh estúpido palhaço !!!"
Rio-me para dentro. Muito.
Claro que a seguir, explico-lhe que não devemos insultar as pessoas e blá, blá, blá.... e que apesar de, neste caso termos razão para protestar não devemos ser tão estúpidos como o (a) palhaço(a).
Ele percebe. E ri-se. E rimos os dois.
E penso: "Anda uma mãe a criar um filho, tentando passar-lhe regras de boa educação e civismo e depois, aparece um PALHAÇO e estraga tudo..."

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domingo, 23 de maio de 2010

Só para mulheres...ou talvez, não :)


Considero-me uma pessoa tolerante. Respeito as decisões alheias. Entendo que cada pessoa tem o seu caminho e que as opções que tomam na vida, só a elas dizem respeito e às pessoas envolvidas. E que, independentemente de eu as achar correctas ou não, serão elas que terão que responder por essas mesmas opções.
No entanto, há coisas que me irritam profundamente e uma delas é o adoptar pela figura de vítima. Porque, escolher ser vítima, é a mais forma mais fácil e cómoda de não se assumir a si mesma e fugir á responsabilidade das atitudes tomadas.
Atenção que não falo das verdadeiras vitimas, porque essas não têm opção nem responsabilidade no que lhes aconteceu...Essas, têm a minha ajuda e compaixão incondicional.
Mas, as  que se escudam na figura de vitima, são covardes e preguiçosas. Gostam da simpatia que provocam nas outras pessoas e aproveitam-se dela. Alimentam-se dessa forma. São "vampiros" emocionais que só abandonam a fonte quando ela seca, e depois partem em busca de outra. E ainda têm o desplante de juntar ao rol de pessoas que lhes fizeram mal, a fonte que acabou de secar! Malditos parasitas que nada fazem para melhorar.
Garanto-vos que não tenho a minima paciência e sinto repulsa por estas criaturas. Porque, no seu imenso egoísmo, não sabem o que é ser realmente vítima. E se o soubesse e tivessem um pingo de decência, sentiriam vergonha.

Outra coisa que me irrita também, são as mulheres que apesar de se queixarem da forma como os homens as tratam, continuam a prestar-se a esse papel. Repetem vezes sem conta, os mesmos erros, as mesmas situações, o mesmo padrão de comportamento.
Gajas, acordem !!! Deixem-se de tretas e desculpas!
O ditado "Quem está mal, muda-se", é verdadeiro. Mudem, tenham a coragem de o fazer, dêem uma volta à vossa vida, quebrem ciclos e padrões, Por mais complicada que seja a situação, se não vos faz bem, se vos deixa um amargo na boca e marcas no corpo, saiam. Se já for tarde para reparar uma relação, peçam ajuda, falem com os amigos ou com os desconhecidos, preparem a vossa saida...
Se querem respeito, respeitem-se.
Se alguém ameaçar a vossa integridade, dignidade como ser humano e sanidade mental, afastem-se. Escolham-se a vocês mesmas. O mundo não acaba, pelo contrário, o vosso mundo começa a melhorar. A dor, neste caso, é terapêutica. Purga sentimentos dificeis, mas no final, é libertadora.
Valorizem-se como seres humanos, como mulheres. Redescubram-se a vós mesmas. Re-inventem-se. Aprendam a gostar-se.
E se escolherem o contrário, e o fizerem publicamente, à vista de quem o quiser ver, tenham paciência, mas não contem comigo. Não tenho pachorra e lamento imenso que ainda haja mulheres assim. O meu tempo é precioso e é utilizado em quem realmente necessita.
CRESÇAM !!!

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