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segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Aprendo, logo caminho



Há coisas inevitáveis e há outras que não.
As evitáveis, se tivermos bom senso e algum respeito, educação, delicadeza e gentileza de alma, não se dão.
As inevitáveis, começam por ser tentativas de contornar a situação, alentadas por algum sentimento de concórdia e diplomacia, mas que caiem em "saco-roto". Quando não funcionam, a coisa dá-se. Pode ser mais ou menos violenta, mas a partir daí, são definidas posições e já não há espaço para dúvidas (ou manobras). 

Confesso que tenho tendência para esticar muito os meus finais e também sei que não costuma ser a melhor atitude. Mas sofro da síndrome "só-abandono-o-que-já-não-dá-para-mais" e sou muitas vezes, vítima de mim mesma. Adiar o inevitável, nunca dá bom resultado, bem sei. Continuo a ter dificuldade em riscar pessoas da minha vida: não gosto, custa-me sempre imenso, até que chega um dia e, pimba, já foste. 
Todos os dias, aprendo. Aprendo a não deixar as situações chegarem ao limite. Aprendo a respeitar-me mais. E aprendo que nesta vida, quando teimamos em algo que não nos faz bem, corremos o risco de um dia acordar, atolados em lixo emocional tóxico e depois, é o cabo dos trabalhos para limpar o ar.

Mas mesmo assim, aprendo...e isso, meus amigos, é para mim, absolutamente fundamental!


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sexta-feira, 9 de março de 2012

Aos blogueiros que por aqui passam


(getty images)

Semanita meio esquisita, meio atribulada, esta que está a terminar. Por isso, nem tenho tido vontade de vir aqui escrever. Há alturas em que as palavras não saiem, ficam lá, presas aos meus pensamentos e devaneios, sem grande estrutura, reflexo quiçá, da desarrumação mental que por lá anda.
Mas pronto(s), tive que voltar aqui, nem que não seja para saber de todos vós. Espero que a vossa semana tenha sido óptima, que tenham tido um Dia da Mulher muito feliz e tal, e que se estejam a preparar (suspirar) para um fim de semana fantástico. Pelo menos o sol e as temperaturas a subir, estão aí para ajudar a malta a sentir-se mais bem-dispostinha :)
Ainda não respondi a dois "desafios", mas prometo que o farei em breve.
E agora, vou cuscar os vossos cantos :)
Beijinhos.
***

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012


Deitei-me com a neura.
Acordei com a neura. Estou rezingona, impaciente e chata.
Vou sair, encher-me de verde e fazer deste dia, um dia melhor.

Que o vosso, seja óptimo :)

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sábado, 18 de fevereiro de 2012

Adenda ao post sobre espiritualidade

Não é bem uma adenda, é mais uma resposta às pessoas que ficaram incomodadas com o texto
O que escrevi, é uma opinião pessoal baseada na minha visão pessoal sobre o tema. Não é, nem pretende ser, de todo, uma verdade absoluta (e já agora, não há verdades absolutas). É a minha verdade. Não é uma verdade fixa, rígida, porque todos os dias aprendo mais. Muito menos se trata de uma forma de me auto-promover (???), como alguém referiu, com o intuito de ganhar seguidores.
Agradeco aos deuses, ao cosmos, ao universo, (e ao meu pai que sempre me disse: "Filha, podemos ser pobres de coisas, mas não temos que ser pobres de espirito") por ter uma mente aberta, inquiridora e sempre sedenta.
Cultivo a diversidade e a liberdade de opiniões. E o que dou (respeito), é o que espero receber. Se assim não for, lamento, mas não perco tempo em diálogos orientados pelo Ego e pela intolerância. Porque essa não é a minha postura, nem aqui, nem na vida real.

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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Mais, do mesmo*

Enquanto se lava a roupa, pensa-se.

Já andava a estranhar...isto andava muito calmo e tranquilo, lá para os lados do progenitor do filhote.
Perante tanta parvoíce, questiono-me seriamente, se este homem não anda a perder o juízo e se o meu (nosso) filho, não é mais sensato do que  pai.
(suspiro) Enfim... se tenho que o gramar, mais vale aprender a lidar com o animal.

* como diz a minha Luísa

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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Às pessoas que usam as palavras, como se fossem chicletes

É do conhecimento comum que há sempre grandes probabilidades de
que o balão, nos rebente na cara :D

Ó pessoas, pessoas? Quando é que vocês percebem que há expressões /palavras que não se devem utilizar/misturar em determinados contextos? Já nem falo, do sentimento ou da vibração que delas emana ou do que elas significam, nem da reverência que lhes é devida...já nem vou por aí. Espera...afinal vou!
Se uma  determinada palavra/frase/mantra, expressa o que de mais divino existe em cada um de nós, no universo ou na fé que professamos, porque razão, as misturam com chorrilhos de disparates e discursos banais? Não percebo e também acho que vocês não percebem. Não percebem que assim, só demonstram a vossa ignorância e que não há Santa Wikipédia que vos valha. Parafraseando não sei quem:  "Uma coisa, é uma coisa e outra coisa, é outra coisa."
Querem ver exemplos? Cá vão:

"Deus me perdoe, mas foi muito bem feito! E se Deus quiser, ainda lhe há-de acontecer pior."
Deus há-de querer muito que o sentimento mesquinho da vingança, reine entre os homens, há-de, há-de.
E também é muito bom, ouvir estas palavras por alguém que supostamente, segue os ensinamentos de Deus (católico ou outro), é, é.

"São todos uma cambada de idiotas e trafulhas e deviam ir  todos apanhar no c*. Namasté."
Namasté: "O deus/divindade/vibração divina que reside em mim, saúda o deus/divindade/vibração divina que reside em ti." Há mais traduções, mas a intenção é sempre de reverência, saudação, respeito.
Tem tudo a ver.

"Detesto que [uma opinião qualquer] e odeio [mais outra coisa qualquer]. Baba nan kevalam."
Baba nan kevalam : "Tudo é Amor."
Sentimentos antagónicos, não?

Alguém consegue ver o contrasenso que por aqui vai? Eu quero acreditar que sim...
Pronto, já desabafei e não, não me vou abençoar a mim mesma porque neste momento, não sou digna: acabei de me entregar à má-língua e ao juízo de valores. Vou ali vergastar-me e lavar a língua com uma escova e sabão ou ao contrário, tanto faz. O que conta é a intenção, neste caso, a contrição.

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domingo, 1 de janeiro de 2012

It's my party and I cry if I want to


Disse a mim mesma que não o iria fazer, que não iria escrever sobre resoluções para 2012 mas hoje, dei por mim, a reler posts do ano anterior... foi por esta altura que fiquei desempregada. Um ano passou, e a situação mantem-se. Não tem sido fácil, tenho passado por momentos complicados, muitas vezes, sem perceber muito bem para onde me virar, o que fazer, que direcção seguir...
Se por um lado, o subsídio de desemprego me permite viver de forma mais ou menos decente, o facto é de que nunca na minha vida, estive sem trabalhar. E isto por si só, já é motivo de alguma angústia porque me é difícil estar parada. Por outro lado, durante este ano que passou, acompanhei o crescimento do meu filho de uma forma tão intensa que me tornei ainda mais "mãe-galinha". Descobri o quanto ele me faz falta, a imensa alegria que é ser mãe dele, mesmo quando ele é chatinho e caprichoso e o companheiro fantástico que ele é. Aceito que este interregno me foi proporcionado para que eu pudesse estar (ainda) mais presente na vida dele e para que eu aprendesse a viver/sobreviver com pouco mas, ao mesmo tempo, com tanto.
Mas (e eu também me conheço), a inércia é uma tentação terrível, que mina a vontade e me pode conduzir até à beira do abismo. E se há dias em que luto ferozmente contra ela e consigo, outros há, em que fico acabrunhada, meio-perdida, sem rumo. Têm-me valido os amigos que estão sempre presentes e aos quais sou grata, por estarem no meu caminho.
Este é o ano em que tenho que dar uma volta à minha vida. A verdade é que, não estou a ficar mais nova e o mundo do trabalho, não se compadece seja lá com o que fôr. Além de que, ainda me questiono se voltarei ao mercado de trabalho convencional... Muitas interrogações, muitas dúvidas.
Está na hora de lutar e perceber qual é o meu (real) lugar no mundo.
Este é o meu grande desafio para 2012.

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terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Ando meio desassossegada...


Com vontades de não sei bem o quê. Inquieta e com impulsos de mandar tudo para o espaço. 
Irrequieta e com ganas de ir...nem eu sei para onde. Somente, ir...
Ando assim:

                        "Trago dentro do meu coração, 
                         como num cofre que não se pode fechar de cheio,
                         todos os lugares onde estive,
                         todos os portos a que cheguei,
                         todas as paisagens que vi através de janelas ou vigias, 
                         ou de tombalhidos, sonhando.
                         E tudo isso, que é tanto, é pouco para o que quero."
                                                  
                                                 (Álvaro de Campos)


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quinta-feira, 13 de outubro de 2011

How sick is this?

Na mais recente "conversa", com o pai do filhote, após o 3º telefonema em que eu lhe dizia que estava com a pensão de alimentos em atraso (mas no fundo, queria dizer: "Então, tás-te a passar? Hoje, já é dia 12. Numinerves!"), o moço lá se decidiu a aparecer e a comparecer com o que lhe é devido.
A postura (ai, linguagem corporal, não és nenhum mistério para mim), foi mais ou menos esta:

Pfffff!...as coisas que tenho que aturar, pelo bem-estar do  meu filho.
Siga.


P.S: a julgar pela resposta do moço, se calhar devia andar por aí furiosa e tal, para ficar mais sexy... valha-me a nossa senhora das alcagoitas.

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sábado, 24 de setembro de 2011



Por estas bandas, vão ser 2 dias de muita ronha... estou a precisar, urgentemente, de desligar. Esta semana foi, emocionalmente, desgastante. Impõe-se visita ao meu refúgio...

Tenham um excelente fim-de-semana! :)


Nota: este post foi agendado.
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terça-feira, 20 de setembro de 2011

Furiosa


Yap... a intuição pode ser uma coisa tramada(aqui).
O filhote voltou de férias,  tranquilo. Estranhamente tranquilo.
Tenho andada atenta aos sinais e afinal, de contas, percebi que só tinha vislumbrado a superficie das águas, porque agora, começam a manifestar-se as correntes ocultas e mais profundas (e mais negras).

Raios partam, esta m***a!!!
Quando é que o paizinho se começa a comportar como um adulto e entende que as guerras dos adultos, aos adultos pertencem (embora estas, só existam na cabeça dele, porque verdade seja dita, não me podia estar mais a borrifar para ele, do que estou)?
Quando é que o paizinho vai entender que o filho é para ser respeitado, enquanto ser humano? Um ser humano em construção, frágil e com poucas defesas...
Quando é que o paizinho vai perceber que o filho não é um repositório de coisas mal resolvidas e frustrações pessoais, como se fosse um caixote do lixo? (Quantas vezes, tive que me controlar e morder a língua, para não deixar escapar nenhum comentário desagradável sobre ele? Se eu consigo, ele também consegue, não?)
E que não é, de forma alguma, a extensão do seu umbigo, nem sequer tem que igualar os feitos desportivos do papá?
Quando é que o paizinho entende que o filho se chama X e ele se chama Y  ou seja, são dois individuos distintos?
Quando é que o paizinho vai entender que o filho não nasceu para concretizar os sonhos e as expectativas fantasiosas do pai?
Quando é que o paizinho vai perceber que uma criança (seja ela qual fôr) é um ser sagrado, a ser preservado na sua inocência e no tempo certo que tem para crescer?
Quando é que o paizinho vai perceber que o filho não é um bibelot ou um troféu para mostrar aos amigos?
Quando é que o paizinho vai perceber que NÃO lhe é permitido, NEM tolerado, NEM consentido que flixe a cabeça do filho?
Quando é que o paizinho vai perceber que, apesar da minha postura conciliadora e civilizada , viro bicho quando mexem com o meu filho?
Quando é que o paizinho vai perceber que eu não sou igual à 1ª ex-mulher e não lhe vou permitir que sabote o meu filho, seja de que forma fôr?
Ah, espera...deve ser quando eu me passar dos carretos. A valer!
Que idiota, idiota, idiota!!!
E sim, estou absolutamente furiosa!
A arrancar os cabelos brancos que ele (também) me deu,  a fazer uso da capacidade apneica que tenho vindo a desenvolver, também graças a ele e a ouvir isto, para ajudar à festa. ARGHHHH!

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domingo, 18 de setembro de 2011

Chamem-me pindérica que eu não me importo

Tenho uma certa aversão a centros comerciais, confesso. Principalmente, aos fins de semana. Só me apanham lá, para ir ao cinema e quando preciso fazer uma compra específica (normalmente, que já foi  planeada com alguma antecedência).
Pois bem, ontem lá fomos ao cinema e como chegámos cedo, depois do café da praxe, acabámos por ir cuscar o preço das... galochas. Sim, sim, das galochas, que eu prometi ao filhote que lhe comprava umas para ele e outras para mim (a propósito, mal posso esperar para voltar a ter umas, eheheheh!). Ter filhos pequenos tem destas vantagens: podemos voltar a ser crianças, sem qualquer tipo de constrangimento.


Resultado: fiquei chocada com o preço das ditas cujas, para adultos! Na última loja em que entrei, sai a balbuciar: "Esta gente droga-se! 50 euros por umas galochas?! Umas coisas de borracha que se metem nos pés?! Depois admiram-se que o pessoal vá à loja dos chineses."
Lá vou eu ter que ir dar mais umas voltinhas, porque as galochas (com ou sem marca) serão minhas... aliás, nossas! :D

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terça-feira, 13 de setembro de 2011

I (don't) love Paris


O meu melhor amigo, foi de férias, para longe (o estúpido!) e eu sinto terrivelmente a sua falta. E agora, quem é que atura as minhas neuras e se ri com os meus disparates? Quem é que "perde" horas ao telefone comigo, a falar de tudo e de nada? Humpf!

(...)

Anyway, espero que se esteja a divertir muito e que traga muitas estórias para contar :)

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domingo, 4 de setembro de 2011

Post pseudo-sério


Acho piada, aos gajos casados/comprometidos assumidos que se disponibilizam com prontidão e ligeireza, para dar umas cambalhotas.
Acho piada, às justificações/argumentos que utilizam, algumas(uns)  bem imaginativas(os) ou talvez não, para quem já anda a virar frangos há algum tempo.
Acho piada, à solicitude com que se oferecem para ajudar seja no que fôr, mas por email (sim, têm o nosso email porque já nos ajudaram uma vez quando a nossa impressora falhou), não vá a mulher (que por acaso faz parte dos nossos conhecimentos e com quem até trocamos algumas palavras, à entrada de casa e no café ou enquanto os miúdos brincam) ouvir a conversa e suspeitar de alguma coisa.
Mas ainda acho mais piada, quando as respostas não são o que esperam e quando são dadas com a frontalidade e crueza que só se espera de outro... homem?
E a piada que eu acho, ao silêncio que se segue?!? Nem vos digo, nem vos conto;)


P.S. : Nada contra, quando o interesse é mútuo e as pessoas optam conscientemente por fazê-lo, cientes das suas implicações.
Nada contra as investidas, porque o desejo, faz parte da natureza humana: deal with it.
Tudo contra, as reacções e indignações puritanas e pseudo-virtuosas (do género "Como te atreves a...?"): get over it.
E finalmente, em forma de esclarecimento, o termo "gajos", foi usado intencionalmente.

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segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Frágil, frágil


Dou por mim, a pensar porque raios, há alturas em que me sinto tão triste e vazia? E porque razão me deixo ir abaixo?
Deve ser a neura típica deste mês...sinto tremendamente a falta do meu pai e dou por mim a pensar no meu filho e a divagar, como seria se o avô estivesse vivo. Sei o quanto o meu pai adorava crianças, o jeito tremendo que ele tinha com elas e o quanto ele ficaria babado com este neto.
Fico tão nostálgica e parvinha que basta uma palavra de carinho do meu filho, ouvir a sua vozinha ao telefone,  para ficar com lágrimas nos olhos. Claro que as disfarço com muitas meiguices para não o confundir, mas a vontade de chorar, está lá e permanece ao longo do dia.
Sinto que sou injusta para com os meus amigos que nunca me falharam e estão sempre presentes mas sinto-me frágil, frágil. A precisar de colo. Daquele que já não tenho, fisicamente...
Que treta!

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terça-feira, 23 de agosto de 2011

Surpresas desagradáveis


Já vos aconteceu, sentirem-se tão ultrajados, tão ultrajados, com determinados comentários ou opiniões que, no primeiro instante, ficam paralisados, espantados e mudos? Como se as palavras que acabaram de ouvir fossem um verdadeiro soco no estômago, um golpe inesperado que provoca uma autêntica dor física?
Confesso que, poucas vezes senti isso. Talvez porque nunca me preocupei com a opinião alheia e com o "diz que disse". Mas tudo isso muda, quando o autor é alguém que nós conhecemos (?), com quem lidamos e com quem até já vivemos uma estória de amor e que é pai do nosso filho.
Olhar para essa pessoa, como se o vissemos pela primeira vez, como um perfeito desconhecido, daqueles que se dedicam ao diz que disse, é, no mínimo, estranho.
Passado o impacto inicial, em que a minha boca ficou literalmente aberta de surpresa, a raiva e a indignação tomam conta de mim:
"Mas quem é que este idiota pensa que é? A última coca-cola do deserto, não é certamente! E não o é para mim, há muuuuuuuuuito tempo. E essa opinião que teceu sobre mim, só mostra o quanto desconhece da minha pessoa e revela o que ele, na realidade, é! Porque quer se queira quer não, e para o bem ou para o mal, nós vemos os outros à nossa imagem e semelhança. E quando o verniz da polidez estala, a verdadeira essência e natureza das pessoas, é revelada. Para o bem e para o mal!"
E digo-lhe tudo isso e mais alguma coisa, com a força da tempestade que se formou no meu estômago e que se escapa, agora pelas minhas palavras. Carregadas de indignação e sentindo-me absolutamente humilhada por este estafermo. Sem insultos (deuses, como estou controladita, e só vocês sabem o quanto me custou não os proferir!) e sem lhe dar tempo para responder.
Ponto de ruptura. Assumidíssimo. Sem volta a dar.
E agora, que ele não me ouve: "P*** que o pariu!"

P.S.: este post tinha publicação adiada, até à  verdadeira assimilação dos factos. Agora, funciona como lembrete, porque tenho a tendência para esquecer e há coisas que não devemos esquecer. Seguir em frente, sim, esquecer, não. Porque corro o risco de ser posta na mesma situação, daqui a uns tempos...

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terça-feira, 3 de agosto de 2010

Que nervos!





Li um artigo deveras interessante: partir pratos, num ambiente controlado. 
Pelos vistos, é um excelente libertador de stress.
Bem, vamos lá a ver se estes chegam.











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