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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

♥ Happy Valentine's Day ♥


Normalmente, nem assinalo este dia, mas hoje apeteceu-me :)
Talvez porque, apesar de não estar apaixonada, recordo-me de dias muito felizes e acabei por me deixar contagiar por esse sentimento de euforia. E é bom estar apaixonada/o, nem que não seja porque nos sentimos mais vivos e em maior sintonia com o universo. Manter esse estado de espírito, já é outra conversa, não é?
Cada um tem as suas estórias de amor pessoais, a sua dose de fracassos ou sucessos mas o que importa é nunca perdermos a capacidade de amar e mantermos o coração aberto ao que a vida nos traz. Sem amarguras, porque amanhã, tudo pode mudar...
Volto a postar este vídeo (aqui), que acho simplesmente delicioso.

Amem  e amem-se muito, hoje e todos os dias :)


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domingo, 10 de julho de 2011

Catarse


Evitar a dôr, é um mecanismo natural de autodefesa de qualquer um de nós. Acho mesmo que é um instinto básico. E que está ligado ao sentimento do medo.
Hoje fui confrontada com um e que tenho andado a evitar (porque ainda não me sentia preparada e achava que não estava suficientemente forte): regressar a lugares que foram palco de um grande amor.
Perceber que passaram a ser só isso mesmo, lugares, e que a dôr que a eles estava associada já não existe, foi tremendamente libertador!
Hoje descobri que, na sua maioria, os lugares maus ou bons, só existem na nossa cabeça, no nosso subconsciente. Nós é que os impregnamos e  moldamos com as nossas alegrias, medos ou temores. Depois de sublimarmos esses sentimentos, o equilibrio volta a ser reposto e descobrimos que a mudança aconteceu dentro de nós.
E isso, foi muito bom!

Quanto às lembranças, essas ficarão para sempre mas, deixaram de ser dolorosas. :)

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sábado, 9 de julho de 2011

A vulnerabilidade do amor


"Love anything and your heart will be wrung and possibly broken. If you want to make sure of keeping it intact you must give it to no one, not even an animal. Wrap it carefully round with hobbies and little luxuries, avoid all entanglements. Look it up safe in the casket or coffin of your selfishness.
But in that casket, safe, dark, motionless, airless, it will change. It will not be broken; it will become unbreakable, impenetrable, irredeemable.
To love is to be vulnerable."
- "The Four Letters", C.S.Lewis 

Pois...sem dúvida alguma, sr. C.S.Lewis. 
E por mais "truques" que se possam inventar, não há outra forma de viver a vida e o amor, na sua plenitude. Pelo menos, não para mim. Apaixono-me pelas pessoas e pelas coisas em que me meto ou dedico, aceitando toda a vulnerabilidade que daí possa advir. Não me consigo dar por metades: ou dou tudo ou não dou nada.
Coração partido? Muitas vezes.
Arrependi-me? Não, nunca. Porque aprendi sempre alguma coisa, inclusivé a perceber o que não queria para mim. E isso, já é alguma coisa, não? ;)

Ah...e recuso-me terminantemente em transformar-me numa mulher seca, amarga e despeitada, daquelas que passam o tempo a lamentar o que lhes aconteceu ou a vomitar (sim que a mim, parecem-me sempre vómitos cheios de fel) frases azedas.  Ponto.

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quarta-feira, 29 de junho de 2011

Desconfio...


Desconfio de que vou "morrer solteira"...
Com o passar dos anos, tornei-me tão exigente que é difícil encontrar alguém que me "dê a volta", por assim dizer.
A minha exigência nada tem de neurótico ou idealista. Tem a ver com valores morais, inteligência (adoro homens inteligentes) e comportamentos no dia-a-dia. E a vontade de viver um amor tranquilo. 
Não confundam o termo "tranquilo", com morno, enfadonho, desprovido de paixão, sem discussões... Refiro-me aquele tipo de amor feito de partilha, cumplicidade, gargalhadas (sentido de humor, é fundamental), ternura, carinho, companheirismo, bem querer, respeito pelo outro. É esse tipo de amor que me faz falta.
Mas, os espécimes masculinos que tenho conhecido ultimamente, têm-se revelado tão básicos, levianos e superficiais que perco logo o interesse inicial. E se por um lado, seriam excelentes "para-o-que-é-que-é", como diz a minha amiga L., o facto é que, no final, iria ficar tremendamente frustrada. Não me chega, não me é suficiente.
Assim sendo, estou "condenada" à minha condição de solteira, o que não desagrada totalmente porque, lá diz o ditado que "mais vale só do que mal acompanhada" e eu, nunca fui mocinha de me atrapalhar muito. :)

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quinta-feira, 16 de junho de 2011

♥ A quoi ça sert l'amour? ♥

Partilho convosco, um video pequenino e simplesmente delicioso, sobre o amor.
Adoro estes videos de animação e "colecciono-os", já há algum tempo.

 

P.S: Hoje, graças à Família Pumpkin, adicionei mais um (ver aqui)...  

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quarta-feira, 8 de junho de 2011

Meanwhile...


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quinta-feira, 14 de abril de 2011

Fragilidade

"Talvez pudesse o tempo parar
Quando tudo em nós se precipita
Quando a vida nos desgarra os sentidos
E não espera, ai quem dera

Houvesse um canto pra se ficar
Longe da guerra feroz que nos domina
Se o amor fosse um lugar a salvo
Sem medos, sem fragilidade

Tão bom pudesse o tempo parar
E voltar-se a preencher o vazio
É tão duro aprender que na vida
Nada se repete, nada se promete
E é tudo tão fugaz e tão breve

Tão bom pudesse o tempo parar
E encharcar-me de azul e de longe
Acalmar a raiva aflita da vertigem
Sentir o teu braço e poder ficar

É tudo tão fugaz e tão breve
Como os reflexos da lua no rio
Tudo aquilo que se agarra já fugiu
 
É tudo tão fugaz e tão breve."

(Mafalda Veiga)

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domingo, 13 de fevereiro de 2011

A propósito de velhos amores...

Pergunto-me muitas vezes, porque é que a palavra "arrependimento", acompanha o final das relações? Porque é que temos que nos arrepender de ter estado com determinada pessoa?  Não era o que desejavamos, na altura?
Não viviamos para o minuto em que estavamos com ela? Não fomos felizes e loucos, juntos? Não rimos por tudo e por nada?  Não sentiamos o sangue a correr mais rápido, quando o/a viamos chegar?

E depois (sim, há sempre um depois), não foi precisamente á custa (e às vezes, muito "à custa"), dessa pessoa que percebemos o que não queriamos para nós?
Falo por mim: perceber o que não quero, é de extrema importância e quase sempre, me foi trazida pelos outros. Doi, doi sempre, mas é-me absolutamente necessária. Por isso, nunca me arrependi...porque aprendi sempre, e cresci. Claro que podia ter sido mais suave, mas comigo nunca foi. Vivo o amor com muita intensidade. Sinto tudo, muito...portanto o desamor (não falo de ódio), também é muito intenso. O luto é sempre penoso e demorado. Até ao dia em que acordo e, pura e simplesmente percebo que a ligação (a invisivel), desapareceu.
Sem arrependimentos, nem amarguras.
Valeu pelo que valeu, e os sorrisos existiram e encheram quartos e campos...e ensinaram-me a amar melhor.


sábado, 23 de outubro de 2010

É urgente


 "É urgente o amor
É urgente um barco no mar.

É urgente destruir certas palavras,
ódio, solidão e crueldade,
alguns lamentos,
muitas espadas.

É urgente inventar alegria,
multiplicar os beijos, as searas,
é urgente descobrir rosas e rios
e manhãs claras.

Cai o silêncio nos ombros e a luz
impura, até doer.
É urgente o amor,
é urgente permanecer."

Eugénio de Andrade


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sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Mesmo...


"Mesmo que você fuja de mim
Por labirintos e alçapões
Saiba que os poetas tal como os cegos, 
podem ver no escuro..." 
(Chico Buarque)


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sábado, 17 de julho de 2010

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Not for me...

A meio de uma conversa meio amalucada com um grande amigo, em que falávamos de amores antigos e recentes, a pergunta incomóda surge: 
"Não tens saudades de estar apaixonada? ".
(Grrrr....cerrar de dentes.)
"Pois claro que tenho. Estar apaixonado é uma das melhores sensações do mundo. Ser correspondido com a mesma intensidade, é perfeito. O que acontece depois, nem por isso"
"Ainda estás muito magoada. É normal. ", diz-me ele.
"Talvez seja normal. Mas a verdade é que não me apetece mais, passar pelo processo todo de ter que me reconstruir. Acho que já não tenho capital emocional para investir. E digo-te isto sem amargura. Simplesmente, não consigo mais. Não creio que volte a confiar e a entregar-me a alguém como já fiz anteriormente.", respondo-lhe eu.
"Dizes isso porque ainda não apareceu ninguém que te fizesse sonhar de novo. Aquele que tu mereces e aspiras para ter ao teu lado."
"Pois sim, pois sim, conta-me histórias. Não me entendas mal. Eu acredito no amor entre duas pessoas. Acredito mesmo. Mas para mim, não. Creio mesmo que para mim, chegou. E também não quero ficar com alguém, só porque essa pessoa me ama muito. Não é correcto. Nem para a outra pessoa, nem para mim. Por isso, meu querido, they're writing songs of love... but not for me."

E, para variar, veio-me uma música à cabeça...


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