quinta-feira, 30 de junho de 2011

Selo

Recebi este selo da querida Bianca, do blog Sutilmente... Disfarce..., uma nova amiga e adorei, Bia :)
As regras são:

1. Linkar a pessoa que lhe presenteou com o selinho:
Sutilmente...Disfarce...

2. Indicar 6 amigas para repassar o selinho:

3. Exibir o selinho no seu blog.
Está em cima e nos Carimbos no Passaporte :)

4. Avisar as indicadas.
Avisadas, antes de postar.

5. Responder as perguntinhas:

* O que marcou sua infância que te deixa saudade:
Muitas coisas, porque tive uma infância feliz...mas principalmente as férias grandes, na quinta dos avós, onde tinha toda a liberdade do mundo, para saltar, brincar e sujar-me. Como era "menina de cidade", os meus primos encarregavam-se de me tornar numa autêntica "gaiata do campo", rapidamente.
Recordo os passeios de burro e cavalo, de jogar às escondidas nos campos de milho, dos piqueniques, das sestas no palheiro, do cheiro da lenha queimada, fazer queijo, grinaldas de flores e saquinhos de alfazema com a avó, dar comida aos animais da quinta, espantar-me com os coelhinhos recém-nascidos, assistir  ao parto de cabritinhos, apanhar morangos, cenouras, uvas e amoras, descobrir sapos e peixes-cabeçudos (girinos) no rio, passar horas a observar formigueiros e dos serões ao ar-livre, contemplando as estrelas e ouvir as risadas e as conversas dos pais e dos avós... Muitas saudades, mesmo!

* O que mais te apaixona no teu filho?
Tudo!!! Principalmente o brilho dos olhos do meu filho...que me faz sentir completa, plena e feliz.

* Qual foi o momento mais difícil nos primeiros dias como mãe?
Fisicamente, o desconforto da costura  (o filhote nasceu de cesariana) e emocionalmente, ter percebido que o meu casamento, terminou nessa altura.

* E o momento mais feliz após o nascimento do baby?
Muitos, mas principalmente, no preciso instante em que  ele nasceu, o colocaram sobre o meu peito e eu senti o cheiro dele. Chorei de pura felicidade e disse-lhe: "Hoje é o primeiro dia dos resto das nossas vidas, meu amor. Benvindo!"

* Qual era sua segunda opção de nome para o bebê? E se fosse menino (a)?
Santiago. Se fosse menina, Beatriz.
Mas sempre soube, que seria um menino :)

* Pretende ser mãe novamente? Se sim, quando? Se não, por que?
Não faz parte dos meus planos, voltar a ser mãe. 
Porque já tenho uma idade "avançada" (lol).

Agora é com vocês...Beijinhos.

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quarta-feira, 29 de junho de 2011

Desconfio...


Desconfio de que vou "morrer solteira"...
Com o passar dos anos, tornei-me tão exigente que é difícil encontrar alguém que me "dê a volta", por assim dizer.
A minha exigência nada tem de neurótico ou idealista. Tem a ver com valores morais, inteligência (adoro homens inteligentes) e comportamentos no dia-a-dia. E a vontade de viver um amor tranquilo. 
Não confundam o termo "tranquilo", com morno, enfadonho, desprovido de paixão, sem discussões... Refiro-me aquele tipo de amor feito de partilha, cumplicidade, gargalhadas (sentido de humor, é fundamental), ternura, carinho, companheirismo, bem querer, respeito pelo outro. É esse tipo de amor que me faz falta.
Mas, os espécimes masculinos que tenho conhecido ultimamente, têm-se revelado tão básicos, levianos e superficiais que perco logo o interesse inicial. E se por um lado, seriam excelentes "para-o-que-é-que-é", como diz a minha amiga L., o facto é que, no final, iria ficar tremendamente frustrada. Não me chega, não me é suficiente.
Assim sendo, estou "condenada" à minha condição de solteira, o que não desagrada totalmente porque, lá diz o ditado que "mais vale só do que mal acompanhada" e eu, nunca fui mocinha de me atrapalhar muito. :)

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terça-feira, 28 de junho de 2011

Um perto muito perto

(photo by Nika Fadul)

"Há pessoas que são, para nós, como os poetas: põem palavras onde, antes, só havia sentimentos. Mas, antes, falei-vos dos alquimistas. Que não só interpelam o que sentimos, como lhe respondem. Com gestos. De surpresa.
São gestos que, parecendo um tudo-nada, tocam cá dentro e fazem do "perto muito perto" com alguém, um sentimento de liberdade que se perde de vista. A esses gestos - que nos revolvem - podemos chamar, simplesmente, comunhão. Ou, timidamente, amor.
Comunhão é  autenticidade e transparência. De braço dado. E a quatro mãos. Só ela interpela o que sentimos com gestos de surpresa e põe palavras onde, antes, era quase um ermo nos nossos sentimentos.
É das experiências de comunhão que nasce a fé: a fé na vida, nas pessoas, no futuro, ou em tudo o que nos transcende (e que, por mais que vinque a nossa pequenez, nos desafia a crescer, nos ilumina e protege).
As relações de comunhão são tão sublimes (e preciosas) que, por mais fugazes (ou por mais remotas) que tenham sido, nos guiamos por elas na procura de outras experiências semelhantes, para sempre. 
E protegem-nos: dos desalentos e das decepções, da dor e da tristeza, do azedume e do mal. (...) Como se fossem um regresso (a um Paraíso  que parecia perdido) e, ao mesmo tempo, um lugar que se sente, se saboreia ou se visita pela primeira vez."

"Chega-te a mim e deixa-te estar.", Eduardo Sá


P.S: para os meus irmãos de coração.

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segunda-feira, 27 de junho de 2011

Coisas que me irritam #3

getty images

Pessoas que não pensam...

Aderir, porque sim. Partilhar, porque sim...sem nos darmos ao "trabalho" de ler o que partilhamos ou aderimos, parece-me ser de uma leviandade tremenda. Com boa intenção, concerteza que sim, mas leviandade na mesma. E "de boas intenções está o Inferno cheio" (para quem acredita em Inferno).
Quando nos envolvemos em alguma causa, devemos fazê-lo de coração mas, convêm que também utilizemos o cérebro (para alguma coisa, somos dotados de um).
Utilizar a regra dos "5 w" (who - quem, what - o quê, where - onde, when - quando, why - porquê) é capaz de ser uma boa, para minimizarmos o risco de cair em ratoeiras e compactuarmos com comportamentos que nos são estranhos. Nada disto se aplica, se gostarmos de fazer parte da "carneirada"...
E não, não tem nada a ver com o meu post anterior. De todo.
Pronto(s), já desabafei.


P.S: este post, embora se refira às pessoas que partilham ligações com apelo e links, nas redes sociais, de forma compulsiva, visa todas as outras que nunca se questionam sobre o que ouvem, lêem e vêem.

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"A dor mente"

Hoje, começa a campanha online pela causa da esclerose múltipla em Portugal. A Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla (SPEM), lança esta campanha com o video "Tenho mas não todos os dias" e destina-se a homenagear todas as pessoas  portadoras desta doença assim como, a angariar fundos para desenvolvimento da pesquisa de soluções terapêuticas.
Como participar: basta irem até á página da SPEM, no Facebook (http://www.facebook.com/SPEM#!/SPEM.Portugal) e clicar "gosto/like" no video. Poderão também ir ao canal do YouTube da SPEM (http://www.youtube.com/user/MsSPEM), e procederem da mesma forma. e assim estarão a contribuir com 2€.
Tão simples quanto isto.


                 

Sobre a Esclerose Múltipla:
A EM, uma patologia que hoje afecta cerca de 6 mil portugueses e mais de dois milhões de pessoas em todo o mundo, é uma doença do foro neurológico na qual o sistema imunitário ataca a mielina. Atualmente é a doença que mais incapacita os jovens adultos em todo o mundo, afectando mais as mulheres do que os homens. Os sintomas mais comuns, que surgem normalmente entre os 15-40 anos, têm um impacto negativo na visão, mobilidade, causam dormências, fadiga e provocam desequilíbrios.
(fonte: SPEM)
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domingo, 26 de junho de 2011

Bom domingo :)

Programa para hoje: piquenique e não fazer nada ou, pelo menos, tentar não fazer nada... o que um reguila de 5 anos, permitir:)

photo by Victoria Firmston

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sábado, 25 de junho de 2011

Miss you

photo by Adie Bush

Há pessoas que me fazem falta.
Porque já passámos por autênticas "provas de  fogo" e contrariando todas as probabilidades, saímos delas, mais fortes e mais unidas do que alguma vez, tinhamos sido.
Porque estão sempre lá, mesmo que longe. E mesmo à distância, sentimos o que elas sentem, angustiamo-nos com o que elas se angustiam, vibramos de alegria quando elas estão felizes. Sem palavras, só sensações. E elas, também.
Irmãos/ãs de coração, que encontrámos nesta vida. Que nos acompanham lá mesmo, no coração.
E há alturas em que queriamos estar lá, ao lado delas, fisicamente... só para as abraçar e dizer: "Tudo vai correr bem. Amo-te."
Para depois, cairmos na gargalhada, vitimas do nosso estranho sentido de humor...
Miss you, Té.

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sexta-feira, 24 de junho de 2011

Update a "Missão Possível"


Pois que a festa de final de ano da escola do filhote, correu muito bem.
Os miúdos estavam fantásticos, as coreografias giríssimas, um mini-arraial com duas barraquinhas, com caldo verde, saladas, bifanas e sardinhas (dispensámos estas últimas), manjericos, arcos e balões.
Muitas fotografias, montanhas de pais babados e muita cantoria, claro está.

O meu filhote estava particularmente feliz porque o pai e a mãe, estavam juntos na plateia. O que ele não sabe, nem precisa saber é que a mãe esteve até ao último momento, com receio que o pai não aparecesse (não seria a primeira vez)... chegou atrasado, mas chegou.
E voltámos para casa, muito cansados :)

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Splash!

Segundo  os nossos meteorologistas, o calor vai apertar nos próximos dias o que, diga-se de passagem, já devia ter começado...
Estas alterações malucas da temperatura (sinais dos tempos, é o que é), deixam-me sempre meio taralhoca e são uma "ajuda" preciosa para a minha sinusite crónica...blah!
Venha o Verão, mas que venha para ficar, na altura que lhe é devida. 

Para refrescar o espírito e os olhinhos, deixo-vos as fotos fantásticas da Zena Holloway (e aqui também):


©Zena Holloway

©Zena Holloway
©Zena Holloway
©Zena Holloway
©Zena Holloway
©Zena Holloway
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quinta-feira, 23 de junho de 2011

Bibó São João


E como tristezas nao pagam dívidas (caso contrário, neste momento, o nosso país seria um dos mais ricos do mundo), toca a festejar o feriado!

Bibó São João e alho-porro nelas (nas tristezas, claro está)!

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Momentos agridoces

photo by Blake Kent
Em que a alegria se mistura com a dôr.
Em que nos sentimos pequeninos, impotentes e reduzidos a um silêncio estranho e estúpido, porque não sabemos bem o que dizer, nem qual a resposta certa ou mais apropriada.
Momentos em que somos apanhados desprevenidos  pela lucidez e pela coerência de alguém que amamos e nos diz, suavemente, que está a morrer...
Momentos em que não queremos deixar ir este ser maravilhoso, magnífico, inspirador, perfeito na suas imperfeições, daqueles que damos por nós a reverenciar, porque alcançaram um estatuto tão, tão fora dos conceitos "normais" que só podemos ouvir o que nos fala, com o mais profundo respeito.
Momentos em que nos abraçam com carinho, e nos dizem que está tudo bem, quando deveriamos ser nós a consolar e a aquietar o que nos aterroriza, naquele preciso momento...
Momentos em as gargalhadas ecoam pela sala e em que somos gratos pelo simples facto de estarmos vivos. Todos. E juntos. Naquele preciso momento.
E no fundo, nada mais importa.

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quarta-feira, 22 de junho de 2011

Estou sempre lá, mas...

photo by Arwen Midge

A vida já me ensinou algumas coisas.
Uma delas foi de que, apesar de todos os nossos esforços e boa vontade, nem sempre conseguimos ajudar os outros.
Já lá vai o tempo, em que eu encarava cada pedido de ajuda, cada injustiça para com terceiros,  como sendo uma missão pessoal. Aos poucos, tornei-me numa autêntica "Nossa Senhora dos Aflitos", um pouco à maneira de "todos os ais são meus".
E, se nessas alturas conseguia ajudar as pessoas (porque lhes emprestava a minha força e determinação), o facto é que com o tempo, os resultados não eram os desejados...porque, sei agora, era uma imposição minha e não algo que tivesse sido interiorizado pelas pessoas em questão. Em vez de as ensinar a pescar, pescava eu por elas.
E as decepções eram sucessivas. As expectativas frustradas. Não entendia porque é que as pessoas que eu tentava ajudar, se deixavam cair no mesmo ciclo vicioso. 
Culpa do meu ego e da minha arrogância que me incapacitavam de aceitar as pessoas como elas realmente eram. Exigia que fossem melhores, porque sabia que o podiam ser.
Foi preciso "penar" (e ultrapassar o tremendo desgaste a nivel emocional e pessoal que estas situações provocam)  para começar a perceber que não conseguimos ajudar ninguém que não queira ser ajudado.   
O primeiro passo é sempre esse: querer ser ajudado, ter a consciência de que se precisa de ajuda e procurá-la. Só quando se chega a esta fase é que estamos prontos para ser ajudados e só nessa altura é que devemos ajudar. Até lá, todas as nossas intenções serão logradas e cairão em saco roto.
Por isso, hoje em dia, eu estou sempre lá, sempre disponível, pronta, solícita mas...o pedido de ajuda tem que ser verbalizado. Continuo a conseguir ler nas entrelinhas, consigo ver os sinais, mas não me chego à frente sem autorização (salvo situações muito excepcionais).
"Ask and it shall be given (...)"

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terça-feira, 21 de junho de 2011

☼Verão

Chega hoje.
Mais precisamente, às 17h e 16 minutos (hora do solstício).

Weeeeeeeeeeeeeee!!!!


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Acerca da solidão

photo by Amy White & Al Petteway

A solidão não me assusta.
Desde muito nova que aprendi a conviver com ela e acabei por conseguir tirar partido desse facto.
Sou filha única e brinquei muitas vezes sózinha, o que me aguçou o gosto pelas brincadeiras do "faz-de-conta". Posso mesmo dizer que tinha uma imaginação muito fértil, o que exasperava a minha mãe, vitíma frequente das estórias recambolescas que eu inventava.
Por outro lado, sempre fui muito sociável: gosto de pessoas, gosto de estar com pessoas e de interagir com elas. Aliás se há coisa que sinto sempre falta é do toque. Gosto de tocar e de ser tocada. Gosto de abraçar, de beijar. E sou muito tagarela.
No entanto, adoro os meus momentos a sós. E preciso deles, com alguma frequência.
Já me "acusaram" de ser demasiado individualista, independente, desligada,  solta, esquisita... Não sou, de todo. Apenas convivo bem com a solidão, porque convivo bem comigo mesmo :)
E a propósito, encontrei este texto do Chico Buarque de que gosto muito:

"Solidão não é falta de gente para conversar, namorar, passear ou fazer sexo...
Isto é carência.
Solidão não é o sentimento que experimentamos pela ausência de entes queridos que não podem mais voltar...
Isto é saudade.
Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe , às vezes, para realinhar os pensamentos...
Isto é equilibrio.
Solidão não é o claustro involuntário que o destino nos impõe compulsoriamente para que revejamos a nossa vida...
Isto é um princípio da natureza.
Solidão não é um vazio de gente ao nosso lado...
Isto é circunstância.

Solidão é muito mais do que isto.
Solidão é quando nos perdemos de nós mesmos e procuramos em vão pela nossa alma."


(Francisco Buarque de Hollanda)

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segunda-feira, 20 de junho de 2011

Missão possível


Hoje,  vou começar a preparar a roupa para a festa de Final de Ano da escola do filhote. O tema são as Marchas Populares e todos os meninos vão participar numa marcha organizada pelo colégio.
Ora bem, têm  que levar:

  • Calças de ganga, camisa branca, sapatos escuros - check
  • Faixa vermelha - vou improvisar  e utilizar uma echarpe minha
  • Boina ou chapeu
  • Lenço vermelho 

Tenho que ir cuscar as lojas para arranjar o que está em falta.
E estou ansiosa para ver como vai ficar... Ele tem andado a treinar cá em casa, os movimentos e a letra da marcha. 
É delicioso, observá-lo :)

P.S: sou tão mãe babada!

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domingo, 19 de junho de 2011

Dia cheio

photo by Thomas Barwick

Dia passado com o meu "mano", o meu melhor amigo... apesar de falarmos diariamente por telefone, a verdade é que já não nos viamos há 2 meses.
Saudades do abraço dele, saudades dos olhares cúmplices e das gargalhadas conjuntas face to face, de antever a piada sarcástica e irónica que o (e nos) caracteriza, só de olhar para ele...
É um bem-querer e uma sintonia tal, que nos permite ficar em silêncio sem que isso nos incomode ou constranja.
Dia cheio.
Já só falta chegar o filhote...

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sábado, 18 de junho de 2011

Diário de um sábado (muito) preguiçoso

getty images

Fim-de-semana, sem o filhote é quase sempre sinónimo de "E agora, o que é que eu faço?", num misto de culpa e prazer.
Apetece-me "desopilar" para longe, mas o facto de já não ter carro e de estar a viver do subsídio de desemprego, acaba por limitar as minhas escolhas e opções.
Anyway, não me deixo abater e acabo sempre por "improvisar" e tirar o melhor partido possível do que está à mão, por assim dizer.
Por isso, deixei-me ir na corrente. Dormi até às 10 e tal, o que por  si só, já é um luxo e só acordei porque um amigo me telefonou. Conversa puxa conversa (já é habitual entre nós e por estranho que pareça, só com ele, porque não tenho pachorra para longas conversas telefónicas), e já eram horas de almoço.
Optei por brunchar.
Ronha e mais ronha. Sofá e livro. E net.
Antes que a letargia se instalasse...upa, levantar.
Caminhada (que vento que esteve hoje!)
Batido de pêssego, iogurte e chá verde...nham, nham..
Banho de imersão, máscara no cabelo, exfoliação. Muito relaxada e cheirosa.
Meditação e mais ronha. Filme na tv.
Saudades do filhote...
Salada de alface, rúcula, tomate cherry, salsichas de soja aos pedaços, e queijo, muito queijo!
Mais ronha...
Dia de mimos a mim mesma.
Sabe bem :)

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quinta-feira, 16 de junho de 2011

♥ A quoi ça sert l'amour? ♥

Partilho convosco, um video pequenino e simplesmente delicioso, sobre o amor.
Adoro estes videos de animação e "colecciono-os", já há algum tempo.

 

P.S: Hoje, graças à Família Pumpkin, adicionei mais um (ver aqui)...  

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quarta-feira, 15 de junho de 2011

Salvar vidas


Tornem-se dadores de medula óssea.  Para tal, precisam:
  • Ter entre 18 e 45 anos
  • Peso mínimo de 50kg
  • Altura superior a 1,5m
  • Ser saudável
  • Nunca ter recebido transfusões até 1980
  • Espiríto solidário (esta, acrescentei eu)
 
Vão até ao site da Associação Portuguesa Contra a Leucemia(APCL), e vejam como se podem tornar dadores de medula. O site contem extensa informação explicativa, incluindo locais de recolha.
Podem também visitar a página da APCL no Facebook.

Hoje, por um desconhecido. Amanhã, por nós mesmos...

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Reflexão para hoje...


E porque sou dada a momentos de instrospecção, em que fico "out", não consigo deixar de pensar em todos aqueles que vivem sob regimes de opressão, declarada ou não, e na tremenda luta diária que deve ser "existir"...

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terça-feira, 14 de junho de 2011

Coisas que me irritam #2

getty images
Pessoas que, sem me conhecerem muito bem, dão opinião acerca de tudo e de nada. Muitas delas, só revelam o que são na realidade: egocêntricas e que se adoram ouvir a si mesmas. Não param, nem uma única vez, para pensarem no que lhes está a ser dito. Para entenderem.
Não. Interpretam as coisas como lhes convêm e dão respostas pseudo-inteligentes, pseudo-iluminadas, pseudo-sensatas sem fazerem a mínima ideia do que estão a falar, nem sobre o que estão a opinar. Entram a meio de uma conversa, apanham uma frase e depois é ouvi-las a debitar frases fora do contexto, inoportunas e bizarras.
Regra geral, acham sempre que nós estamos mal, coitadas, e que precisamos do seu (delas) ombro consolador e da sua orientação luminosa. NOT!

Talvez se escutassem, perguntassem o que se passa, obtivessem respostas claras... mas isso, provavelmente, iria abalar a bela da auto-recriada aura, que só elas vẽem.

Tenho grandes dificuldades em não dar respostas mal-educadas e tortas. Acabo sempre por as ignorar, do género: "Fala aí para a parede, vá.", numa clara demonstração de (e agora, vou usar uma expressão de um amigo): "F****-vos".
(esta expressão pode ser interpretada como uma metáfora pós-moderna da manifestação fisica do desprendimento do Eu e das coisas fúteis que nos consomem demasiada energia.)

P.S: desculpem o vernáculo, mas há alturas em que uma pessoa é uma senhora, e outras, em que não.

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Pequenos gestos


"Feliz aquele que consegue ver e demonstrar o amor em gestos e não em palavras." - Eneias
 
Há coisas que me aquecem o coração. Que me fazem perceber o sentimento que os outros têm por mim, a gentileza da amizade mais pura.
São, quase sempre, coisas simples, pequenos gestos. Como o que recebi há pouco tempo: uma pequena encomenda postal contendo uma vieira, fotos e uma pequena nota, enviada por um amigo de longa data (daqueles que fazem parte das minhas "pessoas especiais"), lembrança de uma peregrinação a Santiago de Compostela.
Uma simples lembrança, com toda a carga do que nos une e que me emocionou profundamente porque:
  • ele sabe da minha tremenda ligação a Santiago
  • ele lembrou-se de mim, na sua peregrinação
E apesar de vivermos longe um do outro, estarmos meses sem nos vermos ou falarmos, a nossa amizade prevalece e tem sobrevivido ao desgaste do tempo.

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segunda-feira, 13 de junho de 2011

Desabafo


Quatro dias inteirinhos com o filhote, deixaram-me... exausta.
Este miudo tem energia para dar e vender, e mesmo depois de ter acordado doente, no domingo de manhã, não desacelerou. De todo.
Dois dias de desafio permanente ao meu poder de imaginação e invenção de novas brincadeiras, já que tivemos que ficar em casa.
Só à noite, posso despir a pele de mãe, e ser só eu...refastelar-me no sofá, ligar a tv e... adormecer, que é o que me vai acontecer, provavelmente, mais uma vez, eheheh!

P.S : é nestas alturas que me apercebo da carga de ser mãe solteira e de estar a criar um filho, sozinha. Não há ninguém para dividir tarefas e é fácil, chegar à exaustão. 
Lá diz o ditado: "Ser mãe é padecer no Paraíso" :)
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Em jeito de homenagem

Comemora-se, hoje, o nascimento de Fernando Pessoa, figura incontornável da nossa cultura.
Abstendo-me de fazer mais observações, deixo-vos um poema de que gosto muito e com o qual, me identifico...




"Para além da curva da estrada
Talvez haja um poço, e talvez um castelo,
E talvez apenas a continuação da estrada.
Não sei nem pergunto.

Enquanto vou na estrada antes da curva

Só olho para a estrada antes da curva,
Porque não posso ver senão a estrada antes da curva.
De nada me serviria estar olhando para outro lado
E para aquilo que não vejo.

Importemo-nos apenas com o lugar onde estamos.

Há beleza bastante em estar aqui e não noutra parte qualquer.
Se há alguém para além da curva da estrada,
Esses que se preocupem com o que há para além da curva da estrada.
Essa é que é a estrada para eles.
Se nós tivermos que chegar lá, quando lá chegarmos saberemos.

Por ora só saberemos que lá não estamos.

Aqui há só a estrada antes da curva, e antes da curva
Há a estrada sem curva nenhuma."


Fernando Pessoa

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sábado, 11 de junho de 2011

Lost & found


Aliás e na minha opinião, só aqueles que tomam para si, o risco de se perderem é que sentem a enorme alegria de se encontrarem, nem que seja por um segundo, um minuto, um dia, um ano... 
E é, enquanto "vagueiam" que descobrem a sua verdadeira essência.

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sexta-feira, 10 de junho de 2011

"Dia de parvalheira"

Dia de filhote é sinónimo de "dia de parvalheira"...e o que eu gosto de parvalheira!!!

Bom feriado, para todos :)

getty images


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quinta-feira, 9 de junho de 2011

Bem-vinda, Inês :)

(photo by DezRay6)


Hoje, é um dia particularmente feliz: ontem à noite, nasceu a Inês, a minha (nossa) sobrinha "emprestada".
Depois de alguns precalcos e sustos, nasceu perfeitinha, linda e saudável.
Hoje, as tias emprestadas, estão mais do que babadas e emocionadas com este pequenino milagre da vida, possível também, graças à enorme teimosia e amor da nossa amiga I. ... e todas nós, abençoamos esta princesinha e a sua mamã.
E o mundo ficou ainda mais bonito.
Bem-vinda, Inês!

***

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Meanwhile...


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Chaves e pessoas especiais



"To hide the key to your heart is to risk forgetting where you placed it"
Timothy Childers

E sabem o que me encanta e fascina?
Aquelas pessoas especiais, que surgem devagar ou impetuosamente na nossa vida, e que trazem a chave que abre o nosso coração.
Às minhas pessoas especiais, às que lá ficam a morar, não me canso de lhes dizer o quanto as amo. 
Porque os mimos são (também) o alimento da alma:)

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segunda-feira, 6 de junho de 2011

Coisas que me irritam #1


Pessoas que mal conheço ou que acabei de conhecer e que passam o tempo todo a cutucar-me fisicamente. Sabem, aquelas chatinhas que para chamarem a nossa atenção, tocam-nos e agarram-nos de forma invasiva?




Fico irritada para lá do  grau saudável de irritação! Do tipo: "Deslarga-me!"
Apesar de entender que, regra geral, são pessoas solitárias, carentes e que precisam desesperadamente que alguém olhe para elas, não consigo evitar o desconforto e a irritação. 
E como diz a minha amiga L. : KANERVOS!


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Reflexão após o dia de eleições

E pronto, já temos novo Primeiro Ministro.
Tem uma tarefa bem difícil pela frente, tal foi o estado em que o anterior,  deixou o nosso país. (A propósito, assistir ao seu discurso demissionário foi , no minimo, surreal, digno de case study psicológico). Não que este, me seja particularmente simpático, mas acho que lhe devo dar o benefício da dúvida (a ver vamos).

Não posso deixar passar o quanto o grau de abstenção destas eleições (entre 39,3 % a 43,7 %), me deixou perplexa, indignada e (confesso) irritada.
O voto é um direito e um dever que assiste a todos os cidadãos, que em democracia permite a todos nós, escolhermos os nossos representantes, aqueles que consideramos que melhor defenderão os nossos interesses e o nosso país. Assim, e tendo nós passado por 6 longos anos de derrocada económica, estando a viver uma situação catastrófica na sociedade em geral, como é que tantos e tantos portugueses preferem "borrifar-se" para as eleições? E depois, são os 1ºs a protestar e a odiar de morte os dirigentes do país.

Responsabilizo os políticos e os partidos em geral, que se encontram desacreditados e foram incapazes de apresentar propostas capazes de mobilizar os portugueses.
Não entendo os abstencionistas porque continuam a enterrar a cabeça na areia, de forma autista e irresponsável.
Provavelmente terá sido, o bom tempo que se fez sentir ontem e que os impeliu a ir para a praia...Pffffff!

Deixo-vos com o Jorge Palma... "Ai Portugal, Portugal"
                                                                                                                            


sábado, 4 de junho de 2011

Vontade, vontadinha

Aqui, por casa, andamos com uma enooooorme vontade de adoptar um animal de estimação. 
Sempre tive animais de companhia e desde a morte do meu companheiro canino (já vai para 4 anos) que tenho resistido ao desejo de voltar a ter um; ou porque o meu filhote era muito pequeno, ou porque o meu ritmo de vida não o permitia, ou porque o meu ex-companheiro humano se opunha a ter animais em casas...
Anyway, agora que o ex me "desamparou a loja", o ritmo  de vida abrandou, e o filhote está mais crescido, parece-me a altura ideal.
Como moramos num apartamento, um gato seria a companhia ideal, evitando assim ter que sair à rua com ele, e consequentemente deixar o filhote sozinho em casa (não, não o faço, nem para ir colocar o lixo ao contentor). Também podia optar por um animal mais pequeno, mas como também não gosto de ver animais fechados em gaiolas ou jaulas, hamsters, coelhos, chinchilas, pássaros, estão fora de questão.
Sou apologista do "Já que se vai fazer, que se faça bem feito". E por isso, o 1º passo: exames alergológicos para o meu filhote, não vá o diabo tecê-las e ser de repente confrontada com a eventualidade de ter que devolver o novo membro da familia (gesto que abomina e que nos partiria o coração). Os animais não são coisas, são seres a respeitar.
Enquanto aguardo os resultados dos exames, tenho andado a "cuscar" as redondezas e a clinica veterinária que fica aqui perto de casa. Ah...esqueci-me de dizer: não vou comprar (este assunto daria para outro post), mas vou procurar gatinhos que tenham sido abandonados ou que as pessoas tenham para dar.

(A propósito, não entendo porque razão, as pessoas que têm animais que andam na rua, sejam eles, cães ou gatos, não os esterilizam ou castram! Depois é a desgraça que se vê: ninhadas inteiras na rua, abandonadas à sua sorte, na sua grande maioria com destinos terríveis. Muito sofrimento evitado, se as pessoas fossem conscientes e responsáveis. Enfim...(suspiro).)

E enquanto espero, vou-me deliciando com fotos como estas:



Aren't they cute? :)

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quinta-feira, 2 de junho de 2011

Poesia em forma de fotografia

Adoro fotografia. Tenho uma predilecção especial por preto e branco. Ando sempre à cata de outros olhares...
Há um tempo atrás, descobri o trabalho fantástico do fotógrafo Nick Brandt. Fotografa (quase) exclusivamente, África. Numa pequena introdução ao seu trabalho, lê-se: "(...) tendo como objectivo documentar e gravar, um testemunho visual poético dos animais selvagens e lugares antes que eles desapareçam por intervenção humana.(...)".

Fiquei a pensar que, gostaria muito que o meu filho e as gerações vindouras, não fiquem limitados a conhecê-los, somente, através de fotos, por mais belas que elas sejam...

Deixo algumas imagens fantásticas. 
O resto, podem cuscar no site http://www.nickbrandt.com/

©Nick Brandt

©Nick Brandt
©Nick Brandt


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quarta-feira, 1 de junho de 2011